Conversei com ela a madrugada toda, a minha poetisa. E que coração belo ela tem. Me cativando e isso sempre me faz sentir bem. Ganhei de presente, mais um belo verso de sua autoria. Depois de Bukowski e de mim mesmo, acho que ela é quem mais estou lendo. E não é falsa demagogia. Realmente estou gostando do que ela escreve. E que noite agradável nós tivemos. Nossa boêmia literária foi fantástica. Gosto do seu apreço pelo que faço. Gosto como me trata. Gosto do jeito como tem sentimentos. Há muito por vir. Não deixo de esperar. Sou humano, demasiadamente. Verso a verso eu a leio. Verso a verso eu me encanto. Seus trejeitos de por-me em ar rarefeito. Começo a me tornar suspeito para falar dela. Irei chamá-la de poetisa em meus textos. E não é que vejo muitos deles daqui pra frente?
Dou uma olhadinha para trás e vejo o tanto que hoje eu escrevi. Primeiro um texto para a dama das damas, a primeira. A repercussão dos meus versos para ela foram boas. Com comentários imediatos e mais de trinta e cinco leituras após a postagem (no recanto). É claro que isso me deixa feliz. Depois, e o que quero comentar aqui, escrevi um texto para a poetisa. Na verdade, um texto nosso, sobre nossos escritos. Em forma de verso, que venho adotando pela facilidade de escrita. (por facilidade entenda-se velocidade! rs). Eu fiquei muito perdido ao escrever e se o escrevesse agora, teria mais a dizer. Pelo pouco que a conheço escrevi razoavelmente. Ela me disse ter gostado. E espero que sim, pois foi de coração. Uma amizade nasceu por aqui. E veio de um momento tão curto. Mais uma vez, espero não estar criando um mundo fantasioso. Não posso deixar de agradecer a força e a inspiração. Nunca estive tão produtivo. Valeu!
lindo
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