Falar rapidamente sobre os textos passados, pois não comentei nenhum ainda. Como eu disse antes, se eu passo um dia sem escrever, tudo vira um caos. Inclusive vou ter que olhar quais foram os textos e de quais eu já falei. Está tudo bagunçado aqui na cabeça...
Bom, vou falar de qualquer jeito, se eu não faço isso na hora fica um saco de fazer depois. Eu falei do texto (eu acho) sobre o grande e o pequeno Buk, onde eu me referia sobre o livro biografia dele e o de poesias. Menciono meu amigo Bruno, que foi quem levou o livro pra mim até a biblioteca. Ainda não terminei a biografia, tenho que ir lá na biblioteca pegar de novo. Meleca! Faltava tão pouco... e agora estou quase acabando o de poesias, mas demoro mais porque eu fico fazendo anotações no livro. Marcando o que mais me chamou a atenção. Mas vou zerá-lo essa semana ainda. Preciso começar o em espanhol (né, lebre?!) ainda antes do fim do mês.
Antes do texto do Buk, eu escrevi um verso esdrúxulo sobre o fósforo e o isqueiro. Esse saiu de uma brincadeira por Emesene. Sei que ficou bem tosquinho, mas foi muito espontâneo e resolvi postá-lo mesmo assim.
O texto “libertação” foi o meu maior desabafo até agora e um marco para minha vida futura. Uma espécie de a partir de “agora o negócio é mais embaixo”. Acho que esse texto, embora ofensivo, pesado e por certo cômico, é o que mais mostra de mim. Vai fundo no meu ser e exporta tudo que tenho de bom e de ruim. Precisava escrever...
Pausa para xingar pra caralho a boceta do computador que trava o tempo todo!!! Esse filho da puta que fica arruinando minha escrita! Se eu tivesse dinheiro pra comprar outro e um machado... ele ia ver só...
Continuando (…computador folgado), o texto seguinte foi o da distância oceânica. Uma pequena homenagem à lebre. Versos estranhos para uma pessoa... como ela se denomina mesmo... hum... ah, dissimulada. Mas o que vale sempre é a intenção. E nesse dia minha intenção estava muito boa.
O outro, que vem logo depois desse, foi o que eu falei sobre madrugar e ver a manhã nascer. Também por causa de alguém que “acha” que foi por ela. Mas, enfim...
Desculpem-me a impaciência de falar dos textos assim, mas é que estou muito, mas muito puto com a “joça travante”. Se um dia eu vier a ser publicado, meu primeiro pagamento vai ser pra comprar o computador da NASA, esse talvez (só talvez) dê menos pau...
O outro, foi o texto em homenagem à Dami e também uma comemoração dos meus cento e cinquenta textos escritos (só no Sophia). Lá eu explico como aconteceu a criação do blog, os motivos que me levaram a escrevê-lo e afins. O texto realmente ajudou a minha digníssima amiga a escrever, chegou até a fazer um blog para ela também. Ainda não perguntei se posso, mas quando falar com ela, eu posto o endereço desse blog aqui nos meus textos. (se ela deixar) Ficou muito legal. É importante que as pessoas vejam que o que temos a dizer vai sempre ser uma novidade. Cada um conta da sua forma e maneira, e essas experiências são únicas. O texto dela é divertido e continuarei sempre pedindo por mais.
Por fim, escrevi o texto entorpecido exatamente desse jeito: entorpecido. Quis fazer uma experiência escrevendo o que me viesse a cabeça estando recém acordado. Não preciso dizer que acabei falando dela (e não me enjoo). Bom, é isso. Termino esse porque ainda tenho muito o que escrever.
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