Ando tão puto, tão sem esperanças... e, ao mesmo tempo tão carente e emotivo. Estava assistindo How I met your mother, o último capítulo da sexta temporada que estava disponível, o número 15, e no final desse capítulo, Ted, se dá bem nos seus afrescalhados trejeitos de dizer que ama alguém. É bonito e eu não estou lá muito feliz com a vida, mas não pude deixar de me emocionar também. E isso até me assusta, pois não sou tão emotivo assim. Nem tão bobo, mas ao que parece, estou querendo estar...
Falei com ela hoje pelo Emesene pela primeira vez. Foi tudo muito legal, muito lindo mesmo. Mas, até onde é tudo imaginação e até onde vai o interesse dela. Não me preocupo com isso. Na verdade, me preocupo sim. Estou tão emocionalmente desestruturado que preenchi minha vontade de esperanças. Tenho muito a falar dela, mas não ainda... quero, meio que, economizá-la, esperando que não sejam apenas coisas da minha cabeça.
Outro dia se foi, passei a noite a conversar com ela. Tirei um solo e duas bases de duas das músicas do próximo ensaio, durante a madrugada. Parei tudo, morrendo de fome, afinal eu só tinha almoçado até então. Comecei a assistir o seriado (vi dois capítulos) e resolvi escrever por conta da sena final, como eu disse antes no início desse relato. Agora, vou terminar por aqui, porque quero ler mais um pouco de biografia do Buk antes de dormir. E sobre meu verso no Sophia, não quero nem lembrar na dor de cabeça que ele me proporcionou. Queria desligar o telefone para não ser incomodado mais uma vez e conseguir dormir o quanto eu preciso, mas tenho que deixar ligado para caso minha mãe precise de mim. Meu pai caiu duas vezes ontem (já é madrugada de agora) e numa das quedas bateu a cabeça e se cortou. Conheço minha mãe e a qualquer hora ela me chama. É isso, boa noite para mim...
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