segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Solidão assistida (madrugada de segunda-feira, 31/01/2011)

Começando com mais um “não está respondendo”, para ajudar a capacidade de ter paciência. Só digo uma coisa: eu quero meu diploma de doutorado! Então, a vida é cheia de surpresas, muitas delas não são nada boas. Algumas vêem para o bem, outras vêem para o mal, mas a pior de todas é aquela que vem, mas não se vai. Uma surpresa que eu tive esses dias que, realmente me surpreendeu, foi a de saber que por mais que eu goste de alguém, esse alguém não é o suficiente para mim. Isso eu já sabia até certo ponto, agora estou me aprofundando mais nesse contexto. Ontem, como já tinha dito, eu escrevi o verso sobre um amor que não tenho ou não terei, que pretendo ter ou não. Essa manhã eu acordei de um sonho (que já registrei no meu caderno de sonhos) praticamente sobre o que eu escrevi. E eu tinha uma mulher com quem eu queria ficar e gostava dela e a apresentei a minha família. Mas, eu sei que é um sonho. Sei que meu cérebro me dá flashes de coisas que idealizo... mas é tudo tão vago e tão comum e, ao mesmo tempo, muito complexo. Queria ter vivido uma verdade, algo que eu pudesse me fixar num mundo de concretude e não de meios vagos. E hoje, depois de um ‘período pornográfico’ muito bom e satisfatório, volto à ausência do meu ser.

Quem diria que depois de tudo o que eu vivi, terminaria com um sorriso. Só que nesse meu sorriso, a única coisa que sorri são os meus dentes, o meu rosto, as covinhas, nada além disso. Por dentro, só tenho aquilo que um dia escrevi e vi; o nada. De todos os dias que ele passou por aqui, acho que nunca mais se foi...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Não está respondendo (madrugada de domingo, 30/01/2011)

Então eu comecei a escrever a esmo, sobre uma antiga ideia. Para falar sobre alguém que um dia eu encontrarei, ou não. E para escrever esse poema, eu fiquei ouvindo músicas que alimentavam minha solidão, todas do Dream Theater, tais como: Forsaken, Wither e Prophets of War; repetidas vezes. Penso em um dia musicar esse poema e transformá-lo em letra de música. E escrevi três páginas insólitas de um poema que expressa o que eu acho que deveria ser uma oportunidade. Uma oportunidade de um dia encontrar o amor. E a dúvida sempre vai ficar em meu coração (até eu ter certeza, é claro). Por enquanto não sei se terei alguém para amar um dia ou não. O chato é que eu me sinto despreocupado mas, de certa forma, infeliz. E aí, eu vou ou não ter um amor eterno? Uma cara metade? (isso é uma pergunta retórica, não é pra ser respondida, viu dona?) Enquanto isso, vou vivendo uma inexistência de amor.

Agora, vou parar abruptamente meus relatos, pois uma coisa está me tirando do sério: uma merda de mensagem do computador para tudo que ele não consegue processar. E inclusive vai ser a porra do título de hoje, em homenagem a toda a tecnologia que continua a conspirar contra mim. Outra hora eu tento terminar por aqui...

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Um dia depois do outro (noite de quinta-feira, 27/01/2011)

E os dias continuam a passar e a vida segue caminhando. Estes últimos dias foram bastante produtivos. Quando não estava escrevendo como um doido, estava lendo. Não o suficiente, mas mais do que o costume. Espero manter o ritmo. Bom, meu antigo PC realmente foi pro saco. Só liga quando lhe dá na telha. O meu PC emprestado funciona como o antigo, mas ao menos eu tenho onde escrever e postar. Precisava de uma vantagem...

Não escrevi aqui nos últimos dias por problemas técnicos. Por incrível que pareça eu estava trabalhando até tarde. Estou tentando dormir mais cedo também, o que agrava um pouco a situação. Então, nas últimas duas noites decidi não ligar o PC pra conseguir dormir mais cedo. Falta parar de ligar a TV. Estou enrolando para escrever minha opinião sobre o último livro que eu li. Eu tenho que pesquisar sobre o autor e suas outras obras e estou com muita preguiça. Mas sei que vou fazer de tudo para escrever isso antes do final desse mês.

Com relação a isso, eu até fiquei feliz. Além de estar escrevendo aqui, no blog Sophia, no blog oculto, meu livro, meu diário escrito, ainda estou escrevendo aquele diário dos sonhos. Tem aparecido cada coisa maluca... (ainda falta aquele em inglês). No mais, eu já ultrapassei o número de postagens do mês de janeiro do ano anterior. O que é um grande avanço. As coisas, tirando o dinheiro, prosseguem, de uma determinada forma, boa.

Conversei hoje com meus alunos e alguns dizem coisas fantásticas. Por exemplo, fui pegar um filme emprestado com um deles, o filme se chama: Fernão Capelo Gaivota. Um professor meu, me indicou esse filme e até hoje, eu não havia conseguido. Perguntei para o Caio Zimmerman (eu disse que ia escrever seu nome aqui) se ele podia me emprestar. Ele respondeu que sim, mas acrescentou: “esse filme da ‘gaviota’ é muito chato”. Eu perguntei o quê e ele repetiu: “gaviota”; eu comecei a rir sem parar e ele leu na capa (com muita dificuldade) o nome correto. E ainda acrescentou que todo mundo falava do jeito que ele pronunciou. Eu me esbaldo com coisas assim. Isso até que anima meu dia. Quando houver mais situações corriqueiras como essa, farei questão de dar nomes aos bois. Pra não perder a piada, é claro.

Uma novidade (foi a Michelle quem me contou) é que o Tomás Woodall, meu caro amigo, construiu um novo blog (assim como eu) só com seu dia a dia. E cara, como é divertido escrever o cotidiano. Só li o primeiro dele, explicando o quanto ele é foda no português (rs). Mas com certeza lerei todos. Meio que temos essa cumplicidade. Espero que com isso ele se anime mais a escrever, porque o cara ta muito paradão.

Tomei sorvete com a Lanna, e já fazia tempo que não tomava. Era meio que um costume nosso. Comprei o charuto da moçada de amanhã. Espero que todos se animem. Não comprei à toa. Ensinei umas músicas do Creedence para a Lanna e ao menos isso ela tocou (rs). Liguei para a verdinha, tava com saudades. Depois recebi ligação da Luz, que continua com os mesmos problemas e nunca resolve.

Amanhã vou ensaiar com o Tomás, meu afilhado, aqui em casa. Passar as músicas de acréscimo do novo repertório. Domingo tem ensaio, espero que seja melhor do que o último e que, dessa vez, eu não fique surdo. Minha ultima colocação é que eu estou me viciando na merda do jogo “Mahjong Titans” do próprio Windows. É viciante ficar tirando pecinhas... eu chego a jogar mais de cinco vezes a mesma partida até conseguir tirar todas. Aja paciência.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Chatice de vida (noite de domingo, 23/01/2011)

Ontem eu meio que inverti as bolas. Escrevi no blog Sophia como se estivesse escrevendo aqui. Foi proposital. Até corrigi e reli (coisa que eu não faço aqui, como já disse). Ao menos, depois de toda merda de ontem, até que eu produzi consideravelmente. Gostei do que fiz. Um texto sem graça, como se fosse um diário e um poema cotidiano. Como prefiro chamar aquilo. Reclamei do calor insuportável. Se fosse hoje, teria o dobro de palavras, porque puta que pariu! Que calor! Embora não tenha acordado suado como sempre acontece, eu estou sentindo mais calor do que ontem. Tenho medo de me acostumar com essa vida de confinamento que desenvolvi pra mim. Não sei o que eu faço depois de algum tempo. Como agora. Que não estou com vontade de nada depois que escrever isso. Tenho outras coisas pra fazer, mas não estou querendo. Estou vivendo a fase mais entediante de minha vida. É sério que eu suspeito de depressão, mas não quero nem ficar falando do assunto para não me convencer disso.

Hoje escrevi o quinto conto da série de cem. Estou vendo que vou ter que escrever duzentos, pois o Tomás não saiu do primeiro. Duas coisas me chatearam nesse conto; a primeira é que é o quinto ainda. A segunda é que eu não percebi que estava na fonte de tamanho onze e ele ficou com mais de uma página. Mas foda-se. Bom, eu comecei a escrever esse conto com a ideia de ser um sonho. Depois eu pensei em fazer o personagem dormir no final e acordar percebendo que só a parte de dormir é que era um sonho. Depois eu pensei que poderia ser um sonho e terminar com ele reclamando que achou que tinha acordado. Mas deixei terminar do jeito que terminou. Assim, não dá pra saber qual a intenção da estória, pois nem mesmo eu sei o que é. Acho que é uma boa voar e seria uma realização em minha vida, mas como ainda não cheguei lá, vou só escrevendo mesmo. Um dia quem sabe...

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Ideias, papo com a ex e ser curioso (madrugada de sexta-feira, 21/01/2011)

Então foi tudo assim, o final de semana correu e a semana veio e com ela o caos. Mal pude escrever devido aos problemas com a máquina. Começo a crer que a tecnologia me detesta. Estarei errado? Ao que tudo indica, não. Mas aos trancos e barrancos eu continuo a persistir e tentar, e conseguir. O importante, como eu sempre digo pra mim mesmo, é que eu esteja produzindo. E se um pouco eu escrevo todo dia, mesmo que seja só um pouco, é melhor do que não escrever nada. O tempo de escrita eu estou gastando com o livro que pretendo dar cabo (só estou na página três, quem me vê falando vai achar que falta pouco para acabar). Mas tenho fé. Ontem eu dormi pensando e depois que acordei continuei pensando em várias hipóteses para a estória. O mundo vai crescendo dentro da minha cabeça e só vai aumentando. Se eu não escrevo, perco criatividade e o curso do assunto. Então, o melhor que eu tenho a fazer é dedicar a isso e menos ao blog. Mas é irresistível não escrever para ele (Sophia), é como se ele fosse um filho que eu tenho que ver crescer. E como cresce. Hoje, pela primeira vez consegui acessar a barra de status do blog e descobri que houve mais de cinco mil visualizações desde que o criei. Quem diria. Detalhe, quase quinhentas visualizações só do EUA. Isso me faz pensar em realmente dar linha naquele blog em inglês que eu tava pensando em escrever. Esses dias eu vi um programa na rede Futura, onde falavam sobre o cara que principiou o motor elétrico (preguiça de olhar na internet), que descobriu as paradas de como fazer um motor girar usando o magnetismo. Então um entrevistado, falando sobre o inventor (físico, que seja), disse que era um homem muito culto que sabia muita coisa. O tal físico tinha dificuldades com o inglês e o que foi que o homem fez? Prometeu que, se o inglês era difícil para ele, então tudo que escrevesse seria nessa língua. E assim o fez. Pensei nisso e percebi que se um dia eu não cair matando nessa merda de língua, vou continuar no meu “imbromation” por todo o sempre. Meu inglês melhora gradativamente por assistir a seriados o tempo todo, mas se eu não ler e escrever esse porra...

Bom, ontem, quando estava indo começar meus escritos, amaldiçoadamente decidi entrar um pouco no MSN. Eis que lá eu encontro a Antonela, minha ex (se não me engano foi a terceira). Nossa conversa foi gigantesca. Quer dizer, nem tanto. Mas digo que foi boa. Embora eu não tenha escrito nada ontem... quer dizer, escrevi sim, um poema/homenagem ao velho Buck. Estou viciando-me nos seus escritos. E olha que só estou no seu primeiro livro, “O amor é um cão dos diabos”. O bacana dele é que ele escreve em forma de poema, mas nem se preocupa em parecer com um. É como se eu estivesse lendo o diário dele, um diário abreviado. Mas é fantástico. Bom, voltando ao assunto anterior: Antonela. Eu amava essa garota. Gostei demais dela. E de todas as namoradas que eu tive (13 até agora), ela foi a que acabou de forma mais traumática pra mim. Simplesmente não podia ficar mais comigo por coisas fúteis (não apela Ton, pode ser que não tenha sido na época, mas você sabe que foi fútil). Whatever! O que importa é que eu gostava demais dela. Ainda gosto, não como namorada, mas como amiga, como alguém que significou muito para mim. Se bem que se ela quisesse namorar eu arriscaria uma nova empreitada sem pestanejar. Fazer o que, ela é muito desejável. Um amor de pessoa. E ontem, me fez um bem danado conversar com ela. Espero fazer sempre isso. Hoje, quando entrei no Orkut (parece que não completo o dia se não entro nessa merda à noite) para mascar uma menina que tinha me chamado para conversar (se eu pegar eu sito o nome dela! rs), encontrei a Antonela novamente, e digo: conversar com ela foi melhor do que mascar a outra garota. Bom, é isso. Um resumo grande dos dias ausente. Ah, eu comecei a anotar meus sonhos – num caderno – e a maior dificuldade foi que toda vez que eu fico tentando recordar o que sonhei, cada segundo perdido, é uma lembrança jogada fora. Espero que com a prática eu consiga aperfeiçoar a técnica.

Lembrei de uma outra coisa (e espero encerrar com isso). Recentemente, dona Michelle e dona Stella, questionaram-me sobre a inteligência. E não foi a primeira vez que falaram isso comigo (os caras inteligentes nunca me dizem isso, claro). Elas me perguntaram como é que eu fazia pra saber tanta coisa e me elogiaram, dizendo que eu era inteligente. Bom, agradeço os elogios, fiquei enaltecido com eles, mas discordo plenamente. Além de explicar por que discordo, vou acrescentar uma receita infalível de “inteligência”. Vamos lá: acho que o cara que é inteligente, é aquele que não necessita de esforço para absorver coisas. Explico; no meu caso, muitas das informações que eu sei, foram absorvidas com muito custo. Repetições e mais repetições das coisas que eu faço questão de saber. Aprendo com mais facilidade coisas que eu gosto (o comum para todas as pessoas! Ex.: Michelle aprende coisas sobre Deus com mais facilidade, já que é evangélica; Stella aprende forró com facilidade, porque ama dançar) Isso é óbvio. Mas as condições são criadas por você. Eu adoro o grego e quero muito saber ler o grego antigo, mas é muito difícil para mim e vou despender de muito tempo e dedicação para isso. Resultado; acabei deixando para depois. Para o Rafael é muito fácil. Vou usar o Matheus como exemplo. Matheus é um nerd da faculdade de letras, meu amigo (eu pelo menos considero ele como amigo, não sei se é recíproco), ele aprende línguas com extrema facilidade. Tanto é que já sabe mais de dez e tem apenas vinte dois ou vinte três anos. Esse é um cara inteligente. Mas, entretanto, como será que Matheus se sairia dançando forró? Para mim – e pelo que já li a ciência pensa da mesma forma – existem tipos diferenciados de inteligência. No meu caso, minha facilidade é musical – com todas minhas limitações – mas tenho uma enorme facilidade com música. O resto do que eu sei é muita, mas muita dedicação. Amo literatura, mas tenho que me esforçar horrores para acompanhar caras como o Tomás. Adoro kung fu, mas para ser como o Leo, teria que vender minha alma duzentas vezes. Todas as dúvidas que eu tenho de português eu procuro no dicionário, na internet e na gramática (isso quando eu não pergunto pro Tomás); tudo isso, porque faço questão de saber bem a minha língua. É básico para mim. Eu quero ser um escritor, então tenho que ler milhares de livros e prestar muita atenção em como se escreve. Eu admiro muito as pessoas inteligentes e gosto muito da companhia dos intelectuais. Mas se quero conversar sobre mulher, com certeza não será com nenhum deles (exceto você Tomás. Você até que já está aprendendo). É isso. O que diferencia as pessoas que sabem das que não sabem – além das que são inteligentes por pré-disposição – é a simples curiosidade. Pergunto-lhes: o que você quer saber?

domingo, 16 de janeiro de 2011

Sem PC (noite de domingo, 16/01/2011)

Dia após dia, algo acaba sempre acontecendo. Não precisam ser coisas surpreendentes, e nem nada disso, para ser um fato. Basta simplesmente ser algo que eu consiga lembrar depois para ser escrito. No sábado, geralmente eu gosto de ficar à toa. Mas não tem acontecido isso com frequência. Ontem por exemplo, eu tive que repor uma aula. Em seguida eu fui para um curso de gnoses que estou fazendo. (recomendo) Em seguida eu voltei correndo para casa para pegar a guitarra e correr para o ensaio. O ensaio foi muito bom, a banda está se firmando. O duro foi o volume, estrondoso, meu ouvido está zunindo até agora. Voltei para casa, já no meio da noite, e fui para o meu ‘período pornográfico’ do dia. Dormi pra caramba. Acordei quase ao meio dia. Fiz somente metade das minhas obrigações, até meu PC queimar. Daí em diante meu dia se estragou (nem tanto assim). Aproveitei para terminar o guia de literatura que eu estava lendo, que em breve vou escrever um comentário, e comecei outro, o “A Bússola de Ouro” que ouvi falar muito bem. Fiquei chateado por não poder escrever hoje um pouco mais do livro que eu comecei. Por que o arquivo salvo está no outro computador, com todos os nomes de personagens que eu ainda não decorei. Uma das coisas que a gnoses disse ontem foi manter um relato de tudo o que nós passamos naquele dia. Acho que é exatamente o que eu estou me propondo a fazer aqui. Outra coisa que me disseram, e isso eu achei uma grande coincidência, era começar a anotar os nossos sonhos. E cara, como eu estou sonhando ultimamente! Tinha pensado isso na semana passada, depois de um sonho alucinante que eu tive. Então acho que vou começar mais outra empreitada: um diário de sonhos. Espero um dia saber interpretá-los. É claro que, por motivos óbvios, eu irei escrever esse à mão, afinal, não é nada viável acordar e esperar um computador ligar para depois você começar a escrever aquilo que não pode esquecer. Então é isso. Agora vou parar de usar a tecnologia (só até eu consertar meu PC) e vou aproveitar para ler um pouco mais. Saindo do sistema...

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

A porra do título (noite de sexta-feira, 14/01/2011

Tenho que começar a dar um título para essas ‘confissões’, me faz uma grande falta não ler um título. Então temos aqui o primeiro título inútil, ao menos um título.

Dia de ontem, bom, razoavelmente. Poderia ter sido melhor. Só vencendo a minha indisciplina. Também, ter ânimo encharcado de chuva não é fácil. Que seja. O dia de hoje: aulas desmarcadas. Acordei ruim de estômago (e olha que eu nem bebo). Matei a aula do último aluno. Escrevi uma crônica que, pessoalmente, eu gostei bastante. Falei sobre uma rotina minha, o banho, que achei impossível não comentar. Das crônicas que eu fiz, achei essa a mais engraçadinha e despreocupada de intenções. Ficou bacana. Depois disso houve um ‘período pornográfico’ (é tudo aquilo que eu faço e que não será dito aqui por razões óbvias. Mas que um dia será revelado, após minha morte, é claro!) e agora escrevo esse pequeno texto. Não me alongarei demais, pretendo dar continuidade no meu livro. Tirando uma geral, o dia até que foi rentável.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Noite de quarta-feira, 12/01/2011

Saída nada agradável hoje. Mais por obrigação do que por outra coisa. Encontrei o Gui, meu amigo mais antigo (dos que eu sempre vejo) e o Mickey, que está na cidade de passagem, pois mora atualmente na Alemanha. Sabe, não pertenço a esse lugar. Não consigo sair com as pessoas que estão se divertindo com álcool. Nem é pelo álcool, mas tudo alí naquele lugar só me fazia pensar numa coisa: eu podia estar escrevendo, lendo ou assistindo algum seriado. Penso se às vezes eu não sou um cara deprimido. Por mais que dê boas risadas quando vou para lugares assim (e olha que hoje eu quase nem ri), nada me faz querer continuar alí. Ai eu me levantei, fui no caixa, paguei minha coca e meu pastel e avisei que estava indo. Despedi do povo que (tenho certeza) nem queria mesmo que eu ficasse e vim embora na garoa que caía. Não é drama não, eu só não sou e nem estou muito sociável. Das coisas boas que eu posso dizer é que, finalmente eu juntei dinheiro para pagar o meu aluguel (o que me ‘desestressou’ um tantão) e agora só falta um outro tanto de dívidas. Visitei meu afilhado e aproveitei para pegar minha guitarra que estava lá. Ainda ganhei um lanche muito bom (meus compadres cozinham muito). E, por fim, comecei a escrever outra obra, dessa vez um livro sobre um mundo que, inicialmente, seria um jogo de RPG. O que até pode não deixar de ser. Mas começarei de um romance e durante as descrições que eu for relatando irei anotando (a lá Borges) usos e costumes do meu novo mundo. A ideia está boa. Preciso desenvolver muita coisa ainda, mas já é um começo. Enquanto isso, ao que parece, a minha principal obra (o livro que eu pretendo escrever desde os 18 anos) só vai ficando de lado. Mas, se ainda tudo der mais certo, conseguirei juntar todos os acontecimentos de todas as minhas estórias numa só obra. Entrelaçando fatos e vidas de personagens como fez um escritor que eu não me lembro o nome (e olha que eu gastei alguns minutos procurando quem era, antes de dizer que eu não sei o nome). É isso, vou escrever mais um pouco do meu novo título...

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Noite de terça-feira, 11/01/2011

Ah!!! O dia de hoje... o dia de hoje começou como os anteriores; tedioso, triste e desmotivado. Criei uma linda frase que me definiu totalmente e até escrevi sobre ela no meu diário pessoal: “Meu desejo de tudo se resume a nada”. Sem tirar nem por, é exatamente isso que me alimenta. Eu sou uma pessoa complicada e desorganizada. Tudo é atrativo para mim, mas nada é concluído. Começo n projetos e não dou continuidade em nenhum deles. É um caos total. Entretanto, durante o decorrer do dia, reparei em algo que poderia me fazer mudar de ares. Eu pensei em algo que não queria fazer e disse a mim: “se eu fizer o que não tenho a menor vontade de fazer, vou estar treinando e tomando as rédeas da minha mente.” Com esse pensamento na cabeça, percebi que é verdade. Elaborei em alguns minutos algumas coisas que poderia ou não fazer para melhorar minha vida e nada melhor do que fazer aquelas coisas que eu não quero por preguiça ou por adiamento. Eis que surge uma nova ideia, essas que eu vivo tendo, de fazer um livro de auto-ajuda para mim mesmo. E assim pensado, eu começarei por escrevê-lo agora, obedecendo ao principal preceito: “Faça algo que você não quer nesse momento” Entendam direito, é para fazer algo que eu não quero mas que tenha benefícios para mim. Como escrever esse texto agora e em seguida dar início ao tal livro. Pensando agora no que eu não quero fazer está o exercício físico, pois acabei de chegar em casa cansado, mas farei nesse exato instante. Pronto, simples assim...

Madrugada de terça-feira, 11-01-2011

Já estou na madrugada, mas o importante é que eu produzi hoje. Escrevi o quarto conto dos cem. Como é que eu tive a ideia? Foi assim: eu não tive ideia nenhuma. Pensei em como começar um conto, aí escrevi a primeira frase e dela me veio o enredo. Como tudo tem que ser feito em uma página, eu já ia pensando no final. Confesso que relutei em escrever o final pois é muito triste. Senti-me na pele do garoto, tendo que cuidar do irmão. É, é a vida. Pensei em dizer algo que deixasse claro que o irmão ainda pudesse estar vivo, e também pensei em algo similar para que estivesse morto, mas no fim decidi que ele tinha é que estar no incógnito do meu pensamento. Assim deixei. Bom, minhas ideias ainda fluem. Minha leitura ainda nem tanto. Ainda não terminei o livro do Lisboa. Estou ansioso para fazer um ensaio de minhas impressões desse livro. E ainda com mais vontade de ler o próximo ou próximos! Dei uma aula hoje, ainda estou sem alunos. A criatividade a toda, só impedida pela preguiça. Enquanto escrevia pensei em ouvir algo, mas não queria mexer com as músicas que eu já estou cansado de ouvir. Aí pensei em ouvir rádio, mas rádio é um lixo. Depois pensei: “uma rádio de metal deve ser bacana”. Bati o termo ‘rádio metal’ no Google e me veio esse site em primeiro: http://www.radiometal.com/ e ainda estou ouvindo. Já adicionei ao ‘favoritos’ e vou escutar sempre. Toca tudo que nunca ouvi muito e coisas que sem dúvida eu não ouvi. Altamente recomendável para os amigos do metal. É só dar play – está no início da página, na parte central, fácil de achar – e ouvir. O site vai te mostrando o nome das músicas e das bandas, bem como as capas dos discos. Muito legal! Continuo minha jornada no True Blood, quase chegando ao fim da segunda temporada e temendo não ter o que ver quando eu terminar a terceira. Mas também recomendo muito. É isso, por hoje. Agora vou ver TV e tentar ler alguma coisa, até...

domingo, 9 de janeiro de 2011

Noite de domingo, 09/01/2011

Final de semana nada proveitoso. Tirando uma ida ao teatro e um belo encontro. Dias à parte, eu penso demais e faço de menos. Minha cabeça fervilha ideias. Minha mente viaja de um lugar ao outro e eu não consigo me fixar numa única tarefa. Acontece o tempo todo. Nessa última semana eu estive muito ligado à literatura. Quando encontro um concurso, que para mim seria mais um trabalho, eu desvio o foco e paro de pensar literalmente. É um bosta conviver comigo. Sempre na pindaíba e nada de direção, foco. E olha que eu tenho que conviver comigo todos os dias, sem descanso nem férias.

Mudando o assunto, quem é que cria um concurso onde o conto pedido deve estar composto de no mínimo oitenta páginas? Isso não é uma novela? Um romance? Aja criatividade para tal. Será que tento?

Bom, vou continuar assistindo os meus seriados viciantes aqui. Uma recomendação é o seriado My Boss my Hero, um seriado japonês muito divertido. Vale muito a pena. Estou junto com os lançamentos de Two and a Half Man e How I met Your Mother, e estou na segunda temporada do True Blood. É isso. Espero encontrar um foco imediato e urgente. Necessito disso.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Noite de quinta-feira, 06/01/2011

Noite de quinta, amanhã terá ensaio. Estou seco para tocar, mesmo estando com preguiça de tocar agora. Dia satisfatório para não dizer ruim. Duas aulas somente (Cáio, cara bacana). Montei a cama no meu quarto novamente, nada de dormir no chão hoje. Fiz uma longa caminhada da Praça da Liberdade até aqui em casa, só para economizar dinheiro. Tá, não foi só para isso, caminhar é muito bom (morre barriga, morre!!!) Cheguei com saudades dos bichinhos, adulei cada um deles um pouquinho quando entrei dentro de casa. Olhei meus scraps no orkut, só cobrança! Mas normal. Tetéia chegou bem, graças a Deus. Agora, antes de tentar escrever um conto para um concurso (espero ao menos um certificado dessa vez), vou assistir alguns capítulos de Two and a Half Man. Para ver se fico alegrinho! Até mais tarde.

Madrugada de quinta-feira, 06/01/2011

OBS: era pra ter sido postado ontem de madrugada (como está escrito no título) mas graças ao BLOGGER, que provavelmente estava em manutenção (sem aviso), eu estou postando só agora!


O que é pior do que tudo isso que vivemos é ser alguém que não se é. Um dia a mais em nossas vidas pode fazer toda a diferença, mas desde que se aproveite essa oportunidade. E oportunidade parece ser uma coisa que eu não sei muito bem como aproveitar. Passam dias e mais dias e o que eu sempre encontro dentro de mim é essa eterna confusão. Aquela que uma hora me diz para persistir e outra hora diz que nada mais faz sentido. Já levei em consideração o fato de eu estar tendo algum tipo de depressão. Mas seria gay demais assumir isso. Não sei bem como responder a isso, não sei mesmo. O que é a depressão de fato? Se o que eu tenho for uma espécie de depressão, devo estar sofrendo desse mal há bastante tempo. Mais tempo do que posso encaixar em minha vida. Um dia eu estou bem, noutro eu estou mal. No outro eu estou mal e acho que os dias em que estou mal ganham de disparado dos dias que eu estou bem. Uma coisa que faria meus problemas sumirem da face da Terra é a grana. Se não me engano, dinheiro é, foi e será meu maior problema. Dar aula é um saco, confesso. E isso está longe de ser um segredo. Sabe, nem sexo tem me atraído mais como antigamente. É, está tudo ligado com o dinheiro. Ter essa porra muda um homem. No meu caso, com certeza me mudaria muito. Imagino que ter dinheiro – e nem precisa ser muito, o suficiente para não faltar – e como desligar o botão de on/off na máquina depressão. Grana, muita grana. Muito ia me fazer bem. Demais ia me fazer melhor ainda. Não queria ganhar na loteria nem nada disso. Eu penso em ter uma espécie de emprego que serei pago para escrever. Assim, simplesmente. Eu escrevo, que é uma coisa que faço sem muita dificuldade (isso não implica que seja bom), e ganho dinheiro com isso. Preciso de um agente. Alguém como o melhor amigo de Hank Moody, também seu agente. No caso dele ele nem escreve, só faz merda. Eu até faço muita merda (longe de competir com esse personagem, o cara é um completo drogado) mas escrevo bastante. Tá, eu não tenho como saber se o que eu escrevo presta. Bom, até tem. Mas não creio que quem lê os meus textos tenham boas críticas para fazer. Na maioria das vezes só puxam o meu saco. Queria que, por um milagre, algum entendido de verdade (ou seja: um escritor) lesse alguma das merdas que eu publico e desse sua sincera opinião. Não se importem comigo – como se importassem mesmo! – esse diário é mais um fluxo de consciência. Não tenho de fato algo de importante para ser dito. Ia falar do meu dia, mas meus martírios tomaram minha vontade de prolongar esse texto. Agora, que me dá uma satisfação de digitar loucamente, sem ficar parando para compreender o que eu estou digitando, isso dá. Escrevi esse monte de coisas aqui em menos de dez minutos – grandes merdas.

Sabe, estou com saudades da minha mãe – não, ela não morreu – é que ela ficou aqui na minha casa tanto tempo hospedada que, agora que foi embora, tá fazendo falta. Eu não pensei que iria precisar de um período de adaptação para reaprender a morar sozinho. Meu pai também eu sinto falta – não, ele também não morreu – um pouco menos do que da minha mãe, pois ele me encheu muito o saco bebendo o tempo todo. Analisem a situação: eu não bebo, não fumo (o charuto esporádico não conta), sou vegetariano! Viver com um cara (foi mal, pai) enchendo minha geladeira de cerveja é um porre. Pois é isso. Agora além de ter que me acostumar de não ter almoço o tempo todo e gente para falar à noite, eu vou ter que perder os quilos que minha mãe me deu de presente com todos aqueles cuidados (um monte de porcaria que ela comprava). Sem mais delongas, aquele abraço. Boa noite!

P.S. Não corrijo esses textos, então não procurem por erros, eles existirão aos montes.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Madrugada de quarta-feira, 05/01/2011

Mais um dia fatigantemente chato. Na madrugada então, sem comentários. Passei a tarde assistindo True Blood – terminei a primeira temporada. Meu HD está cheio. Meu HD externo (valeu Jô) não funciona no meu computador fodido. Estou em dúvida se apago o que já baixei ou se espero meu PC deixar eu transferir os seriados. Tentei escrever de tarde, mas entrar no MSN me fez perder um tempão. Reclamei, me estressei, xinguei (xingar é com ‘x’, porra! Vê se aprende!), apelei, acendi um incenso e cochilei. Deve ser por isso que eu passo a madrugada em claro. Comi pizza de ontem (valeu Tomás, te devo uma) e depois tomei iogurte com Sucrilhos (valeu tetéia, espero que esteja bem). Vi um monte de vídeo blogs (prefiro escrever, se fosse gravar um, ficaria trocentas horas falando e não terminaria nunca). Passei horas tentando escrever em inglês. Fiquei um tempão no tel (Jô, mais uma vez). Escrevi um parágrafo em inglês (com muita dificuldade e ainda não terminei). Assistia a um filme de um ilusionista enquanto escrevia isto (já acabou). E agora estou morrendo de sono. Então, boa noite.