Um dia, mais um outro qualquer. Eu ia começar a escrever um texto para esse blog quando, de repente, ele se transformou num texto para o outro blog. Já vi muito disso acontecer e dessa vez também não foi diferente. Pra que outro texto?, eu me pergunto. Talvez seja minha necessidade de escrever e escrever, mas hoje eu sei que esse texto de agora é para que eu não surte com coisas simples que sempre me surpreendem!
Falar um pouco da vida as vezes ajuda, as vezes não. Como saber se esse é o caso? A mim pouco importa. Lembro sempre disso porque vivo agora com o “foda-se” ligado! Bem da verdade, me ferro do mesmo jeito, mas estou parando de ser o cara bonzinho que sempre quer ajudar todo mundo e todo mundo sai pisando.
Uma das coisas mais chatas que eu ouvi hoje foi uma pessoa dizer para mim que o final de semana seria produtivo em estudos, mas o que aconteceu foi que não houve um estudo e sim uma espécie de orgia (tá, estou exagerando! Ou não, vai saber). O bom disso tudo foi que não estamos mais juntos (soma-se a todas aquelas que me abandonaram... e, Deus!, como essa lista cresce!!!) Ainda bem que minha esperança foi assassinada logo de cara. Me imaginei recebendo essas notícias de uma provável namorada... nada agradável. Mas também não é para tanto, a decepção é que me incomoda, não tanto quanto o desprezo, mas incomoda.
Mas como ia dizendo (com o foda-se ainda no ON), falando da vida... eu assisti ao filme “O lutador”! (Pera, não!, é “O vencedor” - malditos nomes inventados para o Brasil) e gostei bastante, mesmo sendo um drama. Faltou mais porrada, é claro (acho que eu escrevo isso só para irritar as pessoas), mas é um bom filme. Aquela estória de superação e tal. Foda-se! (eu disse, tava ligado)
Fui ontem ao aniversário do meu ex-aluno, agora amigo, muito bacana rever todo mundo que um dia esteve aprendendo comigo (nem que fosse alguma coisa inútil). Levei minha amiga “neurada” comigo que estava sempre preocupada imaginando se alguém ia pensar ou não se estávamos transando. Me deu umas respostas muito sem educação, e eu fiquei até calado (sorte sua que eu ainda não tinha ligado o foda-se) e escrevendo isso eu fiquei pensando no tanto de gente que me dá patada sem levar de volta....
Aviso para todos aqueles que, por ventura, venham a ler esse texto (inclusive, nem vou divulgar que eu escrevi só para aumentar as chances de pegar tudo mundo desavisado!rs): vou distribuir patada para quem me der patada! Pronto, aviso dado.
Outra coisa que voltei a pensar, depois de passar na mão de mulher que só quer me ver fodido (nesse caso: sem sexo), estou sinceramente cogitando a hipótese de reavivar o velho Johnny (não! Não é um codinome para o meu pau!). Talvez, assim, eu pare de me foder tanto (nesse caso é com sexo). Uma coisa eu sei e percebi: não vou mudar a minha essência. Quem me quiser vai ter que ser muito bom para mim (com sexo, com muita certeza!rs).
Até lá, estarei envolvido com o meu trabalho, com a minha própria vida. Meus amigos, aqueles de verdade, estarão sempre comigo. E quando eles precisarem eu sempre estarei por perto. Mas daqui pra frente vou dar uma folga para todos eles. Nada de ficar aporrinhando amigos. Os que valorizam minha companhia me procurarão! Os que não sentem minha falta ficarão assim, sem fazer diferença. Ainda bem que existe o foda-se para aliviar a tensão do dia a dia. Ainda bem!
domingo, 22 de maio de 2011
terça-feira, 10 de maio de 2011
Amigos...
Tudo mudando sobrenaturalmente (aleluia). E tudo de uma só vez. Coisas boa e ruins também (só pra variar)(ah, ficou ambíguo o “só pra variar”, o que será que eu quis dizer? Que as coisas boas ou as ruins é que são só pra variar???) Mas então, muito por dizer, mas muito por omitir. Naquele tempo em que eu produzia loucamente, algumas das coisas que eu disse, acabaram marcando para sempre o meu blog. Coisa que, talvez, não devesse ter dito. Ou não... vai saber.
Hoje passei por uma loucura imediata e repentina, quando vi, já estava saindo dela, sem lembrar ao certo se de fato era eu aqui comigo. Bom, acontece. Não com muita frequência, mas acontece. A irrealidade do mundo continua a me afetar a cada segundo. Tem horas que acho que estou sentindo aquela coisa de mundo irreal e quando dou por mim, estou em outro lugar, outro contexto, numa outra ocasião... pergunto-me: o que aconteceu?
Onde eu quero chegar? Em lugar nenhum especificamente. Queria falar dos meus amigos, das pessoas que estão comigo ou não, mas que fazem grande diferença. Mas vou manter todas elas subentendidas aqui nesse meu espaço, para um dia, quando for mais propício, falar abertamente de toda a importância que cada um exerce sobre mim. Gosto muito dos meus amigos e, impressionantemente, eles não param de aumentar. Posso não ter um grande amor, mas tenho milhares de pessoas que se importam comigo, meus verdadeiros amigos.
Exemplo de braveza é aquela pequeninha que hoje esmaguei, torturei, judiei e até mordi muito. Veio assim de repente, mas hoje, não muito tempo, já ocupa um bom lugar na minha vida. Temos boas sextas-feiras juntos. Sei que sou confuso e extravagante, mas não deixo muita coisa passar, não é mesmo, hamster? Mas se for falar de confusão, olha só a sua! rs
Amigo de algum tempo, que sempre está lá (tá, vai... nem sempre), é o meu amigo literário. Aquele cara esquisito que, ou você ama, ou você odeia. Eu escolhi ser amigo desse cara e não tenho me decepcionado com isso. Ele tá sempre lá, no meio das minhas confusões com todas as suas confusões. Motivo de orgulho, o cara que também escreve, que até publica, aquele que é um puta amigo!
Há também os amigos de longa data, e tenho tanto amigo que se usar um parágrafo para cada um dos que eu considero, gastaria muitas e muitas páginas. Amigos de banda, amigos de música, amigos de aula, amigos de bichos, amigos animais, amigos... pra toda hora.
Mas me deixe concentrar em apenas hoje. Mesmo assim ainda posso ser injusto com muitos deles. Eu tento, eu juro, agradar todas essas pessoas, que sempre fazem o mesmo por mim. Não me deixo enrolar, vamos lá:
Uma pessoa sumida, há muito perdida, largada em um canto dessa rede cibernética. Aguentando a minha loucura, sendo louca também. Nos divertimos muito, falando todo tipo de besteiras, nem só por brincadeira. Nos sustemos, nos mantemos confiantes, alegres e sempre avante. Minha grande amiga leitora, incentivadora, também escritora, que um dia vai voltar a escrever (espero que pra ontem!rs). Vai, não para, cobre sempre de mim!
Tem aquele pessoal, meio coadjuvante, mas que vem e não vai, que sempre emociona. E assim, não resta mais o que fazer do que começar a gostar. Alguns a gente vê todo dia e, mesmo não parando para falar, temos vontade de um dia conversar e conversar. Outros a gente nem vê, só se conhece de longe, mas se tornam tão importantes que a gente acaba adotando. Tem gente para dar e receber. E nessa interatividade, a bem da verdade, ter amigos é uma coisa que podemos chamar de dádiva. Mesmo que falhem com a gente e nós com eles, quem é realmente amigo, nunca esquece que o bom de ser amigo, é estar por perto, poder conversar e até mesmo abraçar.
Hoje passei por uma loucura imediata e repentina, quando vi, já estava saindo dela, sem lembrar ao certo se de fato era eu aqui comigo. Bom, acontece. Não com muita frequência, mas acontece. A irrealidade do mundo continua a me afetar a cada segundo. Tem horas que acho que estou sentindo aquela coisa de mundo irreal e quando dou por mim, estou em outro lugar, outro contexto, numa outra ocasião... pergunto-me: o que aconteceu?
Onde eu quero chegar? Em lugar nenhum especificamente. Queria falar dos meus amigos, das pessoas que estão comigo ou não, mas que fazem grande diferença. Mas vou manter todas elas subentendidas aqui nesse meu espaço, para um dia, quando for mais propício, falar abertamente de toda a importância que cada um exerce sobre mim. Gosto muito dos meus amigos e, impressionantemente, eles não param de aumentar. Posso não ter um grande amor, mas tenho milhares de pessoas que se importam comigo, meus verdadeiros amigos.
Exemplo de braveza é aquela pequeninha que hoje esmaguei, torturei, judiei e até mordi muito. Veio assim de repente, mas hoje, não muito tempo, já ocupa um bom lugar na minha vida. Temos boas sextas-feiras juntos. Sei que sou confuso e extravagante, mas não deixo muita coisa passar, não é mesmo, hamster? Mas se for falar de confusão, olha só a sua! rs
Amigo de algum tempo, que sempre está lá (tá, vai... nem sempre), é o meu amigo literário. Aquele cara esquisito que, ou você ama, ou você odeia. Eu escolhi ser amigo desse cara e não tenho me decepcionado com isso. Ele tá sempre lá, no meio das minhas confusões com todas as suas confusões. Motivo de orgulho, o cara que também escreve, que até publica, aquele que é um puta amigo!
Há também os amigos de longa data, e tenho tanto amigo que se usar um parágrafo para cada um dos que eu considero, gastaria muitas e muitas páginas. Amigos de banda, amigos de música, amigos de aula, amigos de bichos, amigos animais, amigos... pra toda hora.
Mas me deixe concentrar em apenas hoje. Mesmo assim ainda posso ser injusto com muitos deles. Eu tento, eu juro, agradar todas essas pessoas, que sempre fazem o mesmo por mim. Não me deixo enrolar, vamos lá:
Uma pessoa sumida, há muito perdida, largada em um canto dessa rede cibernética. Aguentando a minha loucura, sendo louca também. Nos divertimos muito, falando todo tipo de besteiras, nem só por brincadeira. Nos sustemos, nos mantemos confiantes, alegres e sempre avante. Minha grande amiga leitora, incentivadora, também escritora, que um dia vai voltar a escrever (espero que pra ontem!rs). Vai, não para, cobre sempre de mim!
Tem aquele pessoal, meio coadjuvante, mas que vem e não vai, que sempre emociona. E assim, não resta mais o que fazer do que começar a gostar. Alguns a gente vê todo dia e, mesmo não parando para falar, temos vontade de um dia conversar e conversar. Outros a gente nem vê, só se conhece de longe, mas se tornam tão importantes que a gente acaba adotando. Tem gente para dar e receber. E nessa interatividade, a bem da verdade, ter amigos é uma coisa que podemos chamar de dádiva. Mesmo que falhem com a gente e nós com eles, quem é realmente amigo, nunca esquece que o bom de ser amigo, é estar por perto, poder conversar e até mesmo abraçar.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Indo e voltando
É nessa de ir e de voltar que eu me perco entre um fato e outro. Correndo, me ocupando, conversando muito, passeando bastante, ainda bebendo (de vez em quando, mas minha mãe não gosta! rs), dando muitas aulas, tocando o tempo todo e agora, escrevendo de novo. Mas será que é assim mesmo que deve ser? Muitos dos meus amigos dizem: “o negócio é ocupar a cabeça” Ocupo tanto o meu cérebro que mal tenho tempo para mim mesmo. Não dá pra ficar fugindo mais, preciso de mim a qualquer custo.
Escrever é um encontro comigo. E esse tempo todo sem escrever foi prejudicial ao meu eu. Sinto isso, sei disso. Esse é apenas um outro texto, mais um para me motivar... outro. Mas me devo isso. Sei que gosto muito de escrever e sei que fazer isso não é simplesmente ocupar a cabeça. Existe toda uma filosofia por trás disso tudo. Sempre houve... ao menos em meu pensar, todo ele, sempre existiu a auto reflexão. Meus textos refletem toda a minha vã filosofia. Sou exatamente o que eu escrevo, explicita e implicitamente.
Até onde eu fui, até onde eu irei? Não sei ao certo. Sei que sempre vou e na maioria das vezes eu volto. Hoje é um desses dias, outra volta. E pouco a pouco eu vou chegando de novo. Vindo como quem não quer nada, mas vou ficando. Pretendo um dia não sair mais... mentira, pretendo sim sair, mas quero me levar comigo. Esse lance de ir e largar meu coração sozinho não foi legal não. Outra, deixar meu corpo sem alma também não foi nada legal. É, eu me chateio sozinho. Chorei muito, reclamei mais ainda, me larguei num canto e até esqueci onde eu tinha me deixado.
Agora, nessa grande ida, essa de agora, pretendo não voltar mais sem mim. Vou lá, lá longe, logo aqui, dentro de mim e, assim que me encontrar, eu volto. Enquanto viajo, vou me deixar em companhia de mim mesmo e aproveitar pra por todo esse monte de coisa que tenho aqui na cachola num papel ou num espaço cibernético. Quem sabe não esvazio o meu vazio pondo tudo para fora? É melhor mesmo, preciso ajeitar a casa, deixar tudo arrumadinho aqui dentro para a minha chegada. Já avisei a mim mesmo: “O Pedro, você não me volte aqui sem se encontrar, e trate de se encontrar logo porque ficar aqui sozinho também não é nada legal!” Ainda lembro de mim respondendo: “Pode deixar, Pedro! Eu até enrolo, mas nós sabemos que nada disso é em vão. Eu posso estar indo e voltando, mas estou atento, vou nos encontrar e nos trazer de volta. Deixa tudo arrumado que logo a gente vai comemorar a nossa chegada!”
Só sei que eu fui arrumar alguma coisa para eu levar na jornada e quando dei por mim, já tinha saído sem falar nada... enquanto eu não chego, fico aqui me fazendo companhia, escrevendo... escrevendo... escrevendo...
Escrever é um encontro comigo. E esse tempo todo sem escrever foi prejudicial ao meu eu. Sinto isso, sei disso. Esse é apenas um outro texto, mais um para me motivar... outro. Mas me devo isso. Sei que gosto muito de escrever e sei que fazer isso não é simplesmente ocupar a cabeça. Existe toda uma filosofia por trás disso tudo. Sempre houve... ao menos em meu pensar, todo ele, sempre existiu a auto reflexão. Meus textos refletem toda a minha vã filosofia. Sou exatamente o que eu escrevo, explicita e implicitamente.
Até onde eu fui, até onde eu irei? Não sei ao certo. Sei que sempre vou e na maioria das vezes eu volto. Hoje é um desses dias, outra volta. E pouco a pouco eu vou chegando de novo. Vindo como quem não quer nada, mas vou ficando. Pretendo um dia não sair mais... mentira, pretendo sim sair, mas quero me levar comigo. Esse lance de ir e largar meu coração sozinho não foi legal não. Outra, deixar meu corpo sem alma também não foi nada legal. É, eu me chateio sozinho. Chorei muito, reclamei mais ainda, me larguei num canto e até esqueci onde eu tinha me deixado.
Agora, nessa grande ida, essa de agora, pretendo não voltar mais sem mim. Vou lá, lá longe, logo aqui, dentro de mim e, assim que me encontrar, eu volto. Enquanto viajo, vou me deixar em companhia de mim mesmo e aproveitar pra por todo esse monte de coisa que tenho aqui na cachola num papel ou num espaço cibernético. Quem sabe não esvazio o meu vazio pondo tudo para fora? É melhor mesmo, preciso ajeitar a casa, deixar tudo arrumadinho aqui dentro para a minha chegada. Já avisei a mim mesmo: “O Pedro, você não me volte aqui sem se encontrar, e trate de se encontrar logo porque ficar aqui sozinho também não é nada legal!” Ainda lembro de mim respondendo: “Pode deixar, Pedro! Eu até enrolo, mas nós sabemos que nada disso é em vão. Eu posso estar indo e voltando, mas estou atento, vou nos encontrar e nos trazer de volta. Deixa tudo arrumado que logo a gente vai comemorar a nossa chegada!”
Só sei que eu fui arrumar alguma coisa para eu levar na jornada e quando dei por mim, já tinha saído sem falar nada... enquanto eu não chego, fico aqui me fazendo companhia, escrevendo... escrevendo... escrevendo...
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