É, meu caros, um homem deve gozar quando ele deve gozar...
E foi assim que tudo se acabou, mas que eu bati meu recorde eu bati. Vou comentar como é que as coisas se sucederam e depois eu digo como é que vai ser daqui pra frente. Bom, eu estava no meu sétimo dia, desamparado, triste e carente. Pensando muito nisso... então eu começava o meu trabalho manual, mas sempre me interrompia, com remorso. Tentava manter-me em abstinência, mas tudo me impelia para aquilo. E nesse processo eu gastei algumas horas. Ia de lá para cá sempre pensando em como devia me comportar. A tensão era tão grande que eu estava quase tendo um orgasmo só no pensamento. Por fim, como estava sem nada para me distrair e, o que eu arrumava para me distrair, não me distraia, eu acabei me satisfazendo sozinho mesmo... lamentável eu sei...
Você sabe que na hora, logo depois de ter terminado, o que eu mais pensei foi: “vou chutar o pau da barraca e vou logo mandar umas trinta punhetas!” (ah tá, esqueci de avisar, o texto só tende a piorar!) Mas me contive e fiquei só em duas mesmo!!!
Podre, eu sei. E depois de muito relaxado (sete dias sem nada faz com que você se sinta muito mais relaxado) eu fiquei lamentando a minha derrota e ao mesmo tempo, um pensamento não me saiu da cabeça; eu fui muito longe (não estou me comparando a vocês, monges celibatários). Pra mim foi uma grande vitória, embora eu tenha fracassado com uma semana apenas...
Uma semana??? Caralho!!! (desculpem o trocadilho) Isso foi muito! É foi, e como eu já sei como é estar assim, pensei que agora eu já poderei ter mais controle sobre isso, se eu quiser. Resumindo, você quer ou não, porra?! Pois é, eu pensei em começar no dia seguinte, mas eu arrumava uma desculpa idiota para mim mesmo tipo: “foi ontem mesmo... é final de semana... você está sozinho mesmo... é um excelente exercício para mão esquerda...” Pois é, só porcaria. Acabou que eu não comecei no dia seguinte, nem no outro, que é exatamente hoje. Mas, com a ajuda das forças divinas é bem provável que eu consiga ficar mais de uma semana, dessa vez...
Vocês devem estar se perguntando “porque é que eu comecei a ler essa merda?”, então, ainda dá tempo de parar. Eu sei que ninguém quer saber da minha vida íntima com o meu pau, mas depois de tanto ler Bukowski a gente fica assim mesmo, pornográfico. E olha que o objetivo aqui é não ser pornográfico. Ao menos não por enquanto. Bom é isso. “Bolas” pra frente!!!
Vocês apostam em quantos dias, dessa vez? Eu acho que se eu chegar a oito dias já vai ser outra vitória. E vocês, qual foi o maior tempo que já passaram na seca? (lembrando que mulher tem que dividir por três, afinal elas praticam menos esse “esporte” do nós, os homens)
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Séculos sem escrever...
Eu sei que só se passaram dois dias, mas pra mim isso é uma eternidade. Não que eu não tenha escrito nada nesses dois dias. Como eu sempre digo, eu escrevo todo dia, faça chuva ou sol, seja no papel ou no computador, o certo é que eu tenho que escrever. Eu agora arrumei um outro bloquinho de notas (o meu antigo acabou) e estou escrevendo até dentro do ônibus, ou andando. É claro que nele eu só anoto as ideias ou escrevo pequenas coisas. Enfim... escrever e escrever, foi meu lema quando eu comecei o Sophia e continuou sendo até aqui e, cada dia que eu passo nessa minha vida, isso se torna mais verdade. Não darei passos atrás, então, o que eu mais preciso fazer todos os dias será postar contos, crônicas, ou seja, textos e mais textos, dos bons e dos horríveis. O que importa é externar tudo o que existe aqui dentro de mim.
Ah! Já estava esquecendo que eu ia explicar por que não postei nos últimos dois dias. Desculpem. Então, eu tenho uma banda, como a maioria dos meus amigos sabe muito bem, e fiquei só escrevendo quase todos os dias da semana e praticamente (absolutamente) não toquei nada. E a nossa banda está em processo de criar um grande repertório e combinamos de tirar três músicas por semana. Eu, como na maioria das vezes deixei tudo para última hora e passei a sexta e o sábado todo só tocando, cumprindo minhas obrigações. E como a sexta e o sábado foram extremamente tristes, acabei me focando só na música para não perder mais tempo. Mas como eu disse, não deixei de escrever. Deixei foi de escrever textos específicos para o blog. Mas como minha vida é vivida literariamente, tudo o que eu faço ou vejo, já penso como texto, então eu tenho muito para escrever. Outra coisa que eu percebi é que vou ter um bocado de dificuldades quando começarem as aulas, pois o tempo vai ficar muito curto. O que pensei para solucionar o problema foi escrever textos menores, o que pra mim parece um absurdo. Sei lá, tenho essa loucura de escrever no mínimo a página inteira. Cada louco com sua mania! Pois é isso. E agora espero que consiga continuar nesse embalo todo e ainda manter faculdade, banda, trabalho e tudo o mais que for necessário conseguir!
É isso, deixe-me terminar esse texto para começar o próximo da lista. Fui...
Ah! Já estava esquecendo que eu ia explicar por que não postei nos últimos dois dias. Desculpem. Então, eu tenho uma banda, como a maioria dos meus amigos sabe muito bem, e fiquei só escrevendo quase todos os dias da semana e praticamente (absolutamente) não toquei nada. E a nossa banda está em processo de criar um grande repertório e combinamos de tirar três músicas por semana. Eu, como na maioria das vezes deixei tudo para última hora e passei a sexta e o sábado todo só tocando, cumprindo minhas obrigações. E como a sexta e o sábado foram extremamente tristes, acabei me focando só na música para não perder mais tempo. Mas como eu disse, não deixei de escrever. Deixei foi de escrever textos específicos para o blog. Mas como minha vida é vivida literariamente, tudo o que eu faço ou vejo, já penso como texto, então eu tenho muito para escrever. Outra coisa que eu percebi é que vou ter um bocado de dificuldades quando começarem as aulas, pois o tempo vai ficar muito curto. O que pensei para solucionar o problema foi escrever textos menores, o que pra mim parece um absurdo. Sei lá, tenho essa loucura de escrever no mínimo a página inteira. Cada louco com sua mania! Pois é isso. E agora espero que consiga continuar nesse embalo todo e ainda manter faculdade, banda, trabalho e tudo o mais que for necessário conseguir!
É isso, deixe-me terminar esse texto para começar o próximo da lista. Fui...
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
O que eu preciso
Já vou começar resumindo: eu preciso bastar de mim mesmo. Não precisar e nem procurar ninguém nessa vida. Nunca mais ter que esperar. Se me contentasse comigo, só eu já seria suficiente para tudo.
Pra que levar essa vida? Sério, pra que ficar tentando o que provavelmente nunca vai dar certo? Daria sim. Daria se eu aceitasse ficar com quem quer ficar comigo. Mas é isso que eu quero? CLARO QUE NÃO! Sempre quero o mais impossível, o mais duvidoso, o mais foda. É isso ou eu logo desanimo.
Mas aí vem a parte mais chata. Se fico muito puto, o tempo todo, como anda acontecendo, eu logo largo mão para evitar a fadiga. “Se não pode vencê-los, junte-se a eles.” Sabe, eu sempre quis ser fechado, mesmo não sendo (o blog prova isso), e queria poder ter apenas a minha vida pra preocupar. Nada de amigos, nada de mulheres (principalmente), ficar livre de tudo e de todos. Juro que já me esforcei para conseguir isso. E acho que o que anda valendo a pena é tentar isso mais vezes. Sei que tentar ser amargo quando não se é é difícil, mas acho que é mais fácil do que atender as mazelas alheias. Mais fácil do que discutir com a incerteza. Mais fácil do que tentar ser além do que se consegue ser, só para poder agradar. Eu realmente não sei...
Nunca soube de fato. Estou afetado por incertezas. Mas as minhas dizem que eu devo correr, mergulhar no fundo de um poço profundo e escuro e habitar para sempre aquele lugar. Minha incerteza diz para eu fugir do amor. Diz que ele machuca muito e que é cruel. E devo concluir que eu tenho que aceitar. Não existe equilíbrio na paixão, só no amor. Devo aceitar que o que eu sinto é uma paixão... devo correr antes que ela se torne obsessão, pois amor não começa ruim e piora. Amor vem sempre sendo bom, desde o começo.
Juro que, se eu não der para trás com tudo o que estou dizendo agora e correr novamente para a incerteza, e ainda também realmente conseguir me esconder do mundo, vou lamentar tudo o que perdi. Agradecendo o que tive a oportunidade de ter e sequer quis que assim o fosse. No caminho para o meu túnel da solidão vou chorando, arrastando as lembranças de quem fez tudo pra me fazer feliz e eu sequer aceitei. Talvez isso seja o carma que carregarei por toda a vida: ser infeliz por ter feito tantas pessoas infelizes. E se nada que eu escolho dá certo, talvez já esteja passando da hora de parar de tentar.
Angústia e felicidade não se combinam, mas parece que não se desgrudam. E para alegrar o meu restinho de desprazer vou fazer o que eu mesmo me disse: vou me socar por estar que nem um imbecil escrevendo isso e depois vou gargalhar de mim mesmo. Se me foder é inevitável, já vou rachar os bicos pra todo o lugar que eu olhar. Piedade de minhas fraquezas, Senhor...
Pra que levar essa vida? Sério, pra que ficar tentando o que provavelmente nunca vai dar certo? Daria sim. Daria se eu aceitasse ficar com quem quer ficar comigo. Mas é isso que eu quero? CLARO QUE NÃO! Sempre quero o mais impossível, o mais duvidoso, o mais foda. É isso ou eu logo desanimo.
Mas aí vem a parte mais chata. Se fico muito puto, o tempo todo, como anda acontecendo, eu logo largo mão para evitar a fadiga. “Se não pode vencê-los, junte-se a eles.” Sabe, eu sempre quis ser fechado, mesmo não sendo (o blog prova isso), e queria poder ter apenas a minha vida pra preocupar. Nada de amigos, nada de mulheres (principalmente), ficar livre de tudo e de todos. Juro que já me esforcei para conseguir isso. E acho que o que anda valendo a pena é tentar isso mais vezes. Sei que tentar ser amargo quando não se é é difícil, mas acho que é mais fácil do que atender as mazelas alheias. Mais fácil do que discutir com a incerteza. Mais fácil do que tentar ser além do que se consegue ser, só para poder agradar. Eu realmente não sei...
Nunca soube de fato. Estou afetado por incertezas. Mas as minhas dizem que eu devo correr, mergulhar no fundo de um poço profundo e escuro e habitar para sempre aquele lugar. Minha incerteza diz para eu fugir do amor. Diz que ele machuca muito e que é cruel. E devo concluir que eu tenho que aceitar. Não existe equilíbrio na paixão, só no amor. Devo aceitar que o que eu sinto é uma paixão... devo correr antes que ela se torne obsessão, pois amor não começa ruim e piora. Amor vem sempre sendo bom, desde o começo.
Juro que, se eu não der para trás com tudo o que estou dizendo agora e correr novamente para a incerteza, e ainda também realmente conseguir me esconder do mundo, vou lamentar tudo o que perdi. Agradecendo o que tive a oportunidade de ter e sequer quis que assim o fosse. No caminho para o meu túnel da solidão vou chorando, arrastando as lembranças de quem fez tudo pra me fazer feliz e eu sequer aceitei. Talvez isso seja o carma que carregarei por toda a vida: ser infeliz por ter feito tantas pessoas infelizes. E se nada que eu escolho dá certo, talvez já esteja passando da hora de parar de tentar.
Angústia e felicidade não se combinam, mas parece que não se desgrudam. E para alegrar o meu restinho de desprazer vou fazer o que eu mesmo me disse: vou me socar por estar que nem um imbecil escrevendo isso e depois vou gargalhar de mim mesmo. Se me foder é inevitável, já vou rachar os bicos pra todo o lugar que eu olhar. Piedade de minhas fraquezas, Senhor...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Fim do quinto dia
Consegui bater o meu recorde, mas foi por pouco. Muito pouco. Mas tendo passado a crise tudo ficou mais calmo. “Aguentável”! Foi assim. Eu estava escrevendo, como sempre, e deixei a TV ligada. Deixei num canal que estava passando clipes. Num determinado momento, começou um clipe da Lady Gaga, e olha que eu sempre a achei horrorosa, mas fiquei atento. É, atento significa excitado. E só não terminei a parada por ter usado toda a minha força de vontade. Consegui me segurar levando em conta o que eu queria conseguir com isso. Mais uma libertação.
Depois disso, tudo foi ficando mais libidinoso, mais atraente. O Orkut eu tive que passar bem longe. Aquele monte de mulher de biquíni e seminua estavam tentando dominar o meu cérebro. O youtube também estava ficando arriscado. Acho que hoje, qualquer vídeo que eu assisti, possuía cenas picantes ou coisa parecida. O jeito foi terminar o que estava escrevendo e sair de fininho do PC. Tomei meu tradicional banho gelado, que estava morno por causa do sol, e fui trabalhar. Nada como uma boa distração.
Mal saí na rua e começou aquela enxurrada de peito e de bunda. Aquele mundaréu de mulheres gostosas desfilando em suas roupas curtas e apertadas. Eu olhava pra frente e pensava: “não olha quando ela passar, não olha!” O pior é que em uns setenta por cento dos casos eu acabava olhando. “É só um teste, vai passar rapidinho!” É claro que eu não consegui me enganar. Eu tenho um mês inteiro pela frente. Muita bunda e peito ainda vai passar na minha frente. Maldição!
Não quero só falar de coisas ruins. Afinal, hoje foi um momento histórico em minha vida. Cinco dias sem sexo e (principalmente) sem masturbação é praticamente um fenômeno tipo um eclipse. É muito raro! E, convenhamos, fora com a hipocrisia!, todo mundo se masturba (punheta para os rapazes e siririca para as garotas). Não estou dizendo que todo mundo faz o tempo todo, mas faz. Se não faz, além de estar perdendo algo muito importante (quem bate, sabe!) estará condenando a sua vida sexual à falta da plena satisfação.
Assunto sexual à parte (essa merda já tá começando a subir de novo) eu termino dizendo que, se com cinco dias eu já queria comer a Lady Gaga, daqui um mês até o Sílvio Santos vai virar rango. Vou morrer eletrocutado querendo transar com a tomada!
P.S. Preciso meditar e canalizar essa energia que está se acumulando em mim...
Depois disso, tudo foi ficando mais libidinoso, mais atraente. O Orkut eu tive que passar bem longe. Aquele monte de mulher de biquíni e seminua estavam tentando dominar o meu cérebro. O youtube também estava ficando arriscado. Acho que hoje, qualquer vídeo que eu assisti, possuía cenas picantes ou coisa parecida. O jeito foi terminar o que estava escrevendo e sair de fininho do PC. Tomei meu tradicional banho gelado, que estava morno por causa do sol, e fui trabalhar. Nada como uma boa distração.
Mal saí na rua e começou aquela enxurrada de peito e de bunda. Aquele mundaréu de mulheres gostosas desfilando em suas roupas curtas e apertadas. Eu olhava pra frente e pensava: “não olha quando ela passar, não olha!” O pior é que em uns setenta por cento dos casos eu acabava olhando. “É só um teste, vai passar rapidinho!” É claro que eu não consegui me enganar. Eu tenho um mês inteiro pela frente. Muita bunda e peito ainda vai passar na minha frente. Maldição!
Não quero só falar de coisas ruins. Afinal, hoje foi um momento histórico em minha vida. Cinco dias sem sexo e (principalmente) sem masturbação é praticamente um fenômeno tipo um eclipse. É muito raro! E, convenhamos, fora com a hipocrisia!, todo mundo se masturba (punheta para os rapazes e siririca para as garotas). Não estou dizendo que todo mundo faz o tempo todo, mas faz. Se não faz, além de estar perdendo algo muito importante (quem bate, sabe!) estará condenando a sua vida sexual à falta da plena satisfação.
Assunto sexual à parte (essa merda já tá começando a subir de novo) eu termino dizendo que, se com cinco dias eu já queria comer a Lady Gaga, daqui um mês até o Sílvio Santos vai virar rango. Vou morrer eletrocutado querendo transar com a tomada!
P.S. Preciso meditar e canalizar essa energia que está se acumulando em mim...
Merda
Falar rapidamente sobre os textos passados, pois não comentei nenhum ainda. Como eu disse antes, se eu passo um dia sem escrever, tudo vira um caos. Inclusive vou ter que olhar quais foram os textos e de quais eu já falei. Está tudo bagunçado aqui na cabeça...
Bom, vou falar de qualquer jeito, se eu não faço isso na hora fica um saco de fazer depois. Eu falei do texto (eu acho) sobre o grande e o pequeno Buk, onde eu me referia sobre o livro biografia dele e o de poesias. Menciono meu amigo Bruno, que foi quem levou o livro pra mim até a biblioteca. Ainda não terminei a biografia, tenho que ir lá na biblioteca pegar de novo. Meleca! Faltava tão pouco... e agora estou quase acabando o de poesias, mas demoro mais porque eu fico fazendo anotações no livro. Marcando o que mais me chamou a atenção. Mas vou zerá-lo essa semana ainda. Preciso começar o em espanhol (né, lebre?!) ainda antes do fim do mês.
Antes do texto do Buk, eu escrevi um verso esdrúxulo sobre o fósforo e o isqueiro. Esse saiu de uma brincadeira por Emesene. Sei que ficou bem tosquinho, mas foi muito espontâneo e resolvi postá-lo mesmo assim.
O texto “libertação” foi o meu maior desabafo até agora e um marco para minha vida futura. Uma espécie de a partir de “agora o negócio é mais embaixo”. Acho que esse texto, embora ofensivo, pesado e por certo cômico, é o que mais mostra de mim. Vai fundo no meu ser e exporta tudo que tenho de bom e de ruim. Precisava escrever...
Pausa para xingar pra caralho a boceta do computador que trava o tempo todo!!! Esse filho da puta que fica arruinando minha escrita! Se eu tivesse dinheiro pra comprar outro e um machado... ele ia ver só...
Continuando (…computador folgado), o texto seguinte foi o da distância oceânica. Uma pequena homenagem à lebre. Versos estranhos para uma pessoa... como ela se denomina mesmo... hum... ah, dissimulada. Mas o que vale sempre é a intenção. E nesse dia minha intenção estava muito boa.
O outro, que vem logo depois desse, foi o que eu falei sobre madrugar e ver a manhã nascer. Também por causa de alguém que “acha” que foi por ela. Mas, enfim...
Desculpem-me a impaciência de falar dos textos assim, mas é que estou muito, mas muito puto com a “joça travante”. Se um dia eu vier a ser publicado, meu primeiro pagamento vai ser pra comprar o computador da NASA, esse talvez (só talvez) dê menos pau...
O outro, foi o texto em homenagem à Dami e também uma comemoração dos meus cento e cinquenta textos escritos (só no Sophia). Lá eu explico como aconteceu a criação do blog, os motivos que me levaram a escrevê-lo e afins. O texto realmente ajudou a minha digníssima amiga a escrever, chegou até a fazer um blog para ela também. Ainda não perguntei se posso, mas quando falar com ela, eu posto o endereço desse blog aqui nos meus textos. (se ela deixar) Ficou muito legal. É importante que as pessoas vejam que o que temos a dizer vai sempre ser uma novidade. Cada um conta da sua forma e maneira, e essas experiências são únicas. O texto dela é divertido e continuarei sempre pedindo por mais.
Por fim, escrevi o texto entorpecido exatamente desse jeito: entorpecido. Quis fazer uma experiência escrevendo o que me viesse a cabeça estando recém acordado. Não preciso dizer que acabei falando dela (e não me enjoo). Bom, é isso. Termino esse porque ainda tenho muito o que escrever.
Bom, vou falar de qualquer jeito, se eu não faço isso na hora fica um saco de fazer depois. Eu falei do texto (eu acho) sobre o grande e o pequeno Buk, onde eu me referia sobre o livro biografia dele e o de poesias. Menciono meu amigo Bruno, que foi quem levou o livro pra mim até a biblioteca. Ainda não terminei a biografia, tenho que ir lá na biblioteca pegar de novo. Meleca! Faltava tão pouco... e agora estou quase acabando o de poesias, mas demoro mais porque eu fico fazendo anotações no livro. Marcando o que mais me chamou a atenção. Mas vou zerá-lo essa semana ainda. Preciso começar o em espanhol (né, lebre?!) ainda antes do fim do mês.
Antes do texto do Buk, eu escrevi um verso esdrúxulo sobre o fósforo e o isqueiro. Esse saiu de uma brincadeira por Emesene. Sei que ficou bem tosquinho, mas foi muito espontâneo e resolvi postá-lo mesmo assim.
O texto “libertação” foi o meu maior desabafo até agora e um marco para minha vida futura. Uma espécie de a partir de “agora o negócio é mais embaixo”. Acho que esse texto, embora ofensivo, pesado e por certo cômico, é o que mais mostra de mim. Vai fundo no meu ser e exporta tudo que tenho de bom e de ruim. Precisava escrever...
Pausa para xingar pra caralho a boceta do computador que trava o tempo todo!!! Esse filho da puta que fica arruinando minha escrita! Se eu tivesse dinheiro pra comprar outro e um machado... ele ia ver só...
Continuando (…computador folgado), o texto seguinte foi o da distância oceânica. Uma pequena homenagem à lebre. Versos estranhos para uma pessoa... como ela se denomina mesmo... hum... ah, dissimulada. Mas o que vale sempre é a intenção. E nesse dia minha intenção estava muito boa.
O outro, que vem logo depois desse, foi o que eu falei sobre madrugar e ver a manhã nascer. Também por causa de alguém que “acha” que foi por ela. Mas, enfim...
Desculpem-me a impaciência de falar dos textos assim, mas é que estou muito, mas muito puto com a “joça travante”. Se um dia eu vier a ser publicado, meu primeiro pagamento vai ser pra comprar o computador da NASA, esse talvez (só talvez) dê menos pau...
O outro, foi o texto em homenagem à Dami e também uma comemoração dos meus cento e cinquenta textos escritos (só no Sophia). Lá eu explico como aconteceu a criação do blog, os motivos que me levaram a escrevê-lo e afins. O texto realmente ajudou a minha digníssima amiga a escrever, chegou até a fazer um blog para ela também. Ainda não perguntei se posso, mas quando falar com ela, eu posto o endereço desse blog aqui nos meus textos. (se ela deixar) Ficou muito legal. É importante que as pessoas vejam que o que temos a dizer vai sempre ser uma novidade. Cada um conta da sua forma e maneira, e essas experiências são únicas. O texto dela é divertido e continuarei sempre pedindo por mais.
Por fim, escrevi o texto entorpecido exatamente desse jeito: entorpecido. Quis fazer uma experiência escrevendo o que me viesse a cabeça estando recém acordado. Não preciso dizer que acabei falando dela (e não me enjoo). Bom, é isso. Termino esse porque ainda tenho muito o que escrever.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Madrugada e três dias...
Madrugado novamente... tentando me reerguer das cinzas. Tenho bons motivos? Claro! Ontem foi proveitoso? Olha, de certa forma, sim. Acordar cedo me fez ver e fazer coisas que não estava mais acostumado. Mas ainda preciso de mais prática. Se hoje funcionar, talvez eu me habitue novamente a essa vida. Mesmo eu tendo ido dormir antes da meia noite, me sinto cansado, mas de um jeito diferente. É um cansado disposto, de qualquer jeito, melhor do que antes. Bom, eu sei porque estou acordado a esse horário, sei muito bem sobre essa força que me motiva.
Inclusive essa força me motiva a muitas coisas. Ontem completei o meu terceiro dia assexuado. Está praticamente fácil, mas como eu disse, só posso começar a comemorar depois do quarto dia. Esse foi o meu recorde até hoje. Mantenho minha estratégia de afastar-me de absolutamente tudo o que for pornográfico, erótico e mulheres em geral. Nem olhar pra elas na rua eu olho mais. Só por garantia. Nenhuma ereção voluntária (as involuntárias somente as das manhãs, as outras eu anulei no pensamento). Pode parecer idiota, mas isso pra mim é o equivalente a deixar o Papa sem o Vaticano. Eu fico tentando não pensar adiante, mas se eu passar da primeira semana, fico imaginando como será a semana seguinte... o jeito é só continuar, não vejo soluções aparentes.
Olha, eu tenho ficado orgulhoso de mim ultimamente. O pouco que tenho melhorado na minha vida significa muito pra mim: Tomás voltou a ser meu amigo. Ka se declarou a mim e eu a ela, claro. Tenho arrumado as coisas por aqui. A organização está melhorando. Escrevendo sempre, todo dia. (não que eu não escrevesse todo dia, mas agora estou postando sempre) Tocando mais, muito mais. Chegando no horário certo às aulas que eu tenho que dar e essas coisas...
Claro que nem tudo são flores. O PC continua sua estratégia de me ferrar. Dá um pau atrás do outro. E não vejo a hora de ficar milionário e poder atirar na parede todos os que não funcionarem... A sabotagem é tanta, que coisas incríveis acontecem, como por exemplo: eu coloquei o Emesene para me avisar quando alguém me mandasse algum recado. E ele estava funcionando com todo mundo, quando chegou a vez da pessoa que eu mais esperei receber mensagem ele não me avisou. Por um triz eu não perco a conversa. E é melhor eu parar de reclamar antes que ele me foda mais ainda.
Em pensar que essa é só a primeira semana de um mês inteiro que eu tenho pela frente. Faço o que posso pra manter a mente ocupada, de preferência sozinho. É bom que eu estou terminando os três livros que comecei de uma só vez. Pretendo terminar ao menos um, essa semana. E não começar outro enquanto não terminar os outros. Até isso eu vou tentar fazer direito. Uma coisa de cada vez. Bom, cheguei às quinze para sete, nada dela ainda. Vou começar a arrumar a casa e ainda tenho que lavar minha roupa. Ai ai...
Inclusive essa força me motiva a muitas coisas. Ontem completei o meu terceiro dia assexuado. Está praticamente fácil, mas como eu disse, só posso começar a comemorar depois do quarto dia. Esse foi o meu recorde até hoje. Mantenho minha estratégia de afastar-me de absolutamente tudo o que for pornográfico, erótico e mulheres em geral. Nem olhar pra elas na rua eu olho mais. Só por garantia. Nenhuma ereção voluntária (as involuntárias somente as das manhãs, as outras eu anulei no pensamento). Pode parecer idiota, mas isso pra mim é o equivalente a deixar o Papa sem o Vaticano. Eu fico tentando não pensar adiante, mas se eu passar da primeira semana, fico imaginando como será a semana seguinte... o jeito é só continuar, não vejo soluções aparentes.
Olha, eu tenho ficado orgulhoso de mim ultimamente. O pouco que tenho melhorado na minha vida significa muito pra mim: Tomás voltou a ser meu amigo. Ka se declarou a mim e eu a ela, claro. Tenho arrumado as coisas por aqui. A organização está melhorando. Escrevendo sempre, todo dia. (não que eu não escrevesse todo dia, mas agora estou postando sempre) Tocando mais, muito mais. Chegando no horário certo às aulas que eu tenho que dar e essas coisas...
Claro que nem tudo são flores. O PC continua sua estratégia de me ferrar. Dá um pau atrás do outro. E não vejo a hora de ficar milionário e poder atirar na parede todos os que não funcionarem... A sabotagem é tanta, que coisas incríveis acontecem, como por exemplo: eu coloquei o Emesene para me avisar quando alguém me mandasse algum recado. E ele estava funcionando com todo mundo, quando chegou a vez da pessoa que eu mais esperei receber mensagem ele não me avisou. Por um triz eu não perco a conversa. E é melhor eu parar de reclamar antes que ele me foda mais ainda.
Em pensar que essa é só a primeira semana de um mês inteiro que eu tenho pela frente. Faço o que posso pra manter a mente ocupada, de preferência sozinho. É bom que eu estou terminando os três livros que comecei de uma só vez. Pretendo terminar ao menos um, essa semana. E não começar outro enquanto não terminar os outros. Até isso eu vou tentar fazer direito. Uma coisa de cada vez. Bom, cheguei às quinze para sete, nada dela ainda. Vou começar a arrumar a casa e ainda tenho que lavar minha roupa. Ai ai...
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Dormindo à noite
Como um homem se comporta depois de uma péssima noite de sono? Otimamente bem! E não foi noite não, foi dia. Eu dormi somente uma hora e meia. Levantei sem sono, preocupado, como não!? Não existiam sinais dela em lugar algum. Mas não me desesperei, só um pouquinho. E lá pelas tantas ela me encontrou no Emesene. Quão grande foi o meu alívio, ela estava bem. Segura, lá longe. E esse poema de hoje, foi direcionado a esse pensamento. Que não importa o quanto esteja longe, o que vale é o perto que te sinto...
Era para eu estar cansado e, mesmo estando, minha felicidade ainda prevalece. Está findado o segundo dia. E cedo eu tenho que dormir. Vou trocar as madrugadas acordado pelos dias claros da manhã. Não foi preciso dizer duas vezes. Não foi preciso nada. Só uma existência básica. Estarei lá no horário marcado.
A banda continua a melhorar, o esforço tem valido. Mais uns poucos ensaios e estaremos prontos. Prontos para arrebentar tímpanos despreparados. Investir nessa banda está valendo cada palhetada. Logo colheremos as graças. Sem desespero e com muita diversão. Tudo certo. E certo deverá permanecer. Vou indo, já deu a minha hora...
Era para eu estar cansado e, mesmo estando, minha felicidade ainda prevalece. Está findado o segundo dia. E cedo eu tenho que dormir. Vou trocar as madrugadas acordado pelos dias claros da manhã. Não foi preciso dizer duas vezes. Não foi preciso nada. Só uma existência básica. Estarei lá no horário marcado.
A banda continua a melhorar, o esforço tem valido. Mais uns poucos ensaios e estaremos prontos. Prontos para arrebentar tímpanos despreparados. Investir nessa banda está valendo cada palhetada. Logo colheremos as graças. Sem desespero e com muita diversão. Tudo certo. E certo deverá permanecer. Vou indo, já deu a minha hora...
Virado, acordado e assexuado
Fechei os olhos talvez por uma hora e meia. Levantei num pulo quando vi a luz do dia. Peguei o celular e imaginei que talvez não tivesse ouvido. Torci para que fosse isso. Mas não era. Olhei de novo o telefone. Sem chamadas não atendidas. Hoje é o meu segundo dia... o segundo dia sem sua conversa, sem fazer uma leitura sua. Tudo bem. Estou calmo. Aguardo notícias. Meus olhos estão pregando. Liguei o PC em busca de informações. Na esperança de um recado. Daqueles mais simples: “já cheguei, estou bem!”
Não sei fazer nada mais, numa situação como essa, além de escrever. Então escrevo. Ontem recebi uma mensagem maravilhosa pelo celular. Dessas que mudam tudo. Mas estou calmo (super). Mais à noite, depois de horas tocando e aguardando, ela ligou. Foi a última vez que 'falei' com ela, até então. Estava no aeroporto. Já sozinha. Imaginei seu coraçãozinho. Imaginei cada segundo dessa viagem.
Até a uma da manhã – depois de ter voltado no tempo por causa da fim do horário de verão – eu e o Tomás – não o Woodall, o outro, o meu afilhado, o Antônio – ficamos assistindo vídeos engraçados no youtube, tudo para passar o tempo. Na verdade, o meu tempo. A cada minuto eu lembrava dela e do avião e comentava algo com meu afilhado. Coitado, ouviu um monte. E depois eu fui escrever. Escrevi esse texto todo mal criado, mas verdadeiro, logo abaixo. Iniciei uma nova fase da minha vida. Apertei o botão de start e liguei minha máquina de confiança. Precisava de atitude na vida e então eu injetei isso em mim. Na dúvida de onde postar o texto mandei logo nos dois blogs. Deixei o Recanto de lado, o povo lá não precisa saber disso, lá não é a minha casa.
Falei e falei, mas ainda não contei o meu voto. Aquele que resolvi me dar de presente (e que presente). Uma nova motivação para os meus dias solitários. Comecei a minha abstinência sexual. Ficar sem sexo até que é fácil se for só um mês ou dois. Nada demais para quem já ficou quatorze anos sem isso! Piadas a parte, pretendo ficar um mês ou mais sem também me 'satisfazer manualmente'. E isso eu acho difícil, quase impossível. Lembro uma vez que me propus a fazer isso por uma semana e falhei logo no quarto dia. Mas agora é diferente, o buraco é mais embaixo. Buraco não, nem posso pensar mais nessas coisas. Vou ter que mudar muito meus hábito para passar por essa. Ontem foi fácil, um dia só nem conta direito. Quero ver como vai ser a vida a partir desta primeira semana. Bom, vou comentando sobre isso...
Meu cérebro está entrando em pane, preciso descansar nem que seja à força. Tenho um belo ensaio ainda pela frente. Duas horas de música alta... espero não explodir minha cabeça. Cadê você, mulher? Mande notícias...
Não sei fazer nada mais, numa situação como essa, além de escrever. Então escrevo. Ontem recebi uma mensagem maravilhosa pelo celular. Dessas que mudam tudo. Mas estou calmo (super). Mais à noite, depois de horas tocando e aguardando, ela ligou. Foi a última vez que 'falei' com ela, até então. Estava no aeroporto. Já sozinha. Imaginei seu coraçãozinho. Imaginei cada segundo dessa viagem.
Até a uma da manhã – depois de ter voltado no tempo por causa da fim do horário de verão – eu e o Tomás – não o Woodall, o outro, o meu afilhado, o Antônio – ficamos assistindo vídeos engraçados no youtube, tudo para passar o tempo. Na verdade, o meu tempo. A cada minuto eu lembrava dela e do avião e comentava algo com meu afilhado. Coitado, ouviu um monte. E depois eu fui escrever. Escrevi esse texto todo mal criado, mas verdadeiro, logo abaixo. Iniciei uma nova fase da minha vida. Apertei o botão de start e liguei minha máquina de confiança. Precisava de atitude na vida e então eu injetei isso em mim. Na dúvida de onde postar o texto mandei logo nos dois blogs. Deixei o Recanto de lado, o povo lá não precisa saber disso, lá não é a minha casa.
Falei e falei, mas ainda não contei o meu voto. Aquele que resolvi me dar de presente (e que presente). Uma nova motivação para os meus dias solitários. Comecei a minha abstinência sexual. Ficar sem sexo até que é fácil se for só um mês ou dois. Nada demais para quem já ficou quatorze anos sem isso! Piadas a parte, pretendo ficar um mês ou mais sem também me 'satisfazer manualmente'. E isso eu acho difícil, quase impossível. Lembro uma vez que me propus a fazer isso por uma semana e falhei logo no quarto dia. Mas agora é diferente, o buraco é mais embaixo. Buraco não, nem posso pensar mais nessas coisas. Vou ter que mudar muito meus hábito para passar por essa. Ontem foi fácil, um dia só nem conta direito. Quero ver como vai ser a vida a partir desta primeira semana. Bom, vou comentando sobre isso...
Meu cérebro está entrando em pane, preciso descansar nem que seja à força. Tenho um belo ensaio ainda pela frente. Duas horas de música alta... espero não explodir minha cabeça. Cadê você, mulher? Mande notícias...
Libertação
Pelado como sempre, adentrando à madrugada solitária... esperando a poeira abaixar e ela ainda nem se assentou. Tentando entender todo esse furor que ocorreu repentinamente. Fazendo análises e mais análises sobre toda essa confusão. Refletindo (juro) bastante sobre a última semana. Procurei qualquer falha ou brecha em algo que poderia ter-me feito imaginar se estaria realmente me apaixonando. Que tudo não passava de coisa da minha cabeça. Mas não encontrei nenhuma falha. Tudo muito lindo, muito liso, muito perfeito. Muita coisa para ser digerida, muita coisa para ser entendida. Muita coisa... mas vamos a alguns pontos antes de continuar a parte boa de gostar de alguém:
Julgue-me como quiserem, tenho agora um novo ponto de vista acerca das coisas. Não me importo mais com o que quer pensar de mim e, se antes eu já me importava pouco, agora não me importo nada. Eu sou esse aqui e não aquele que você pensa que eu sou. Não, você não é melhor do que eu e estou cagando e andando para suas futilidades. Isso não é direcionado a ninguém em específico e, ao mesmo tempo, a todos vocês, um por um. É a libertação da minha própria prisão. A minha libertação. Cansei de procurar alguém para ser. Para parecer. Nunca parei para pensar que eu já sou tudo isso. Não quero a opinião de mais ninguém. Principalmente a sua.
O que eu escrevo aqui no blog é para ser lido sim, mas não escrevo para ninguém senão eu mesmo. Escrevo também para agradar aqueles que estimo, aqueles que respeito. Esses, eu faço questão de dizer: tal texto é para você. Os demais, quer gostem, quer não, não dou a mínima. Não ouse dar pitaco no que não lhe pertence. Se não gosta do que eu escrevo, é simples: suma daqui. Eu construí o meu espaço e esse espaço é só meu. Só aqueles especialmente selecionados é que são bem vindos. Tenha certeza disso!
Hoje não é um dia qualquer. Muita coisa vai me fazer lembrar desse dia para sempre. Simplesmente porque eu quero. Matei muita coisa em mim para transformar esse instante numa eternidade. Não vou voltar atrás, não vou retroceder. Tenho uma escolha finalmente. Escolhi batalhar para ser eu mesmo. Não me fale de coisas que eu detesto, certamente que irei criticar todas elas. Não pense por mim, não sinta por mim, não ouse, não se atreva. Essa é a minha vida, o meu blog. Tudo o que está escrito aqui é, por mais mentiroso que pareça, verdadeiro para mim. Eu faço essa bagaça existir, e eu manterei essa joça funcionando. Eu trabalho duro, muito duro para fazer aquilo que, a maioria dos que reclamam, nunca fizeram na vida. Eu trabalho arduamente segundo a segundo para construir isso aqui: a minha vida! Não é da sua vida certa que estamos falando. Estou falando das minhas incertezas. Esqueça que você existe para mim por um segundo e se pergunte: quem tem que se importar com você mesmo? Resposta: ninguém além de você. E aqui não é diferente. Quem manda nessa porra sou eu.
Se a minha vida é fodida. Se eu como o pão que o diabo amassou. Se eu estou em dívida. Se estou amargurado ou feliz. Se erro ou se acerto. Se me desculpo ou se lhe mando a merda. Se tudo isso acontecer ou se nada disso for verdade. Isso tudo é meu. Nada aqui é de alguém além de mim. Cuidar daquilo que é seu, é uma regra outorgada por mim, aqui, nesse espaço. Repito: caiam fora se não estiverem de acordo. Se achou agressivo tudo o que eu disse, eu quero mais é que você 'se exploda'. Lamento a todos aqueles que realmente me estimam, nada disso é para vocês, exceto, é claro, se estiverem contra! Você tem o direito de pensar o que quiser de mim, mas presta atenção: guarde a merda desse pensamento para a única pessoa que quer saber dele; você mesmo. Não ligo, não importo. Eu faço acontecer, quando eu quero e do jeito que eu quero. Pode ser que você pense que isso ou aquilo é melhor para minha vida, mas não quer dizer que isso seja uma verdade. Eu abandono, nesse exato momento, o que quer que eu tenha pensado – ou falado – de melhor para a vida de alguém. Quem sabe de você mesmo é você. Não tenho opiniões sobre a sua pessoa e, se as tive, abdico imediatamente. “Cada um por si e Deus contra todos”, nunca essa frase me valeu tanto. E qualquer dúvida sobre o que eu escrevi, lembre-se: atocha a dúvida no seu...
“Absurdo, absurdo, absurdo!!!” Não, não é absurdo nenhum. Só estou tirando o peso das costas de cada um que já pensou o que seria bom ou não para mim. Só estou cancelando o direito de algum filho da puta de vir aqui, ao MEU lugar, e falar que estou sendo isso ou aquilo. Que deveria fazer isso ou aquilo. Não! Chega! Eu vou trabalhar naquilo que eu gostou. Vou limpar o rastro de bosta que deixei para trás. Consertar o que acho necessário e picar o pé na bunda do que eu não me importo. Quer aconselhar alguma profissão para mim? Quer me dar a sua opinião sobre se devo ou não seguir em minha carreira? Se devo ou não buscar o meu sonho? Se é imaginação demais fazer o que estou fazendo ou querendo? Se é assim ou não que eu deveria fazer? Diga tudo, tudo isso, para alguém que ainda esteja disposto a lhe ouvir, a se influenciado. Não perca mais seu precioso tempo comigo. Vou lembrá-lo: eu sou eu, e não você. Se toca!
Escrevo o que penso e o que quero. Vivo de música e viverei do que escrevo. Me afundo na bosta, me ralo no chão, caio, tropeço, reclamo, choro, desisto, me deprimo. Mas EU faço isso, não você. Ninguém está aqui comigo. A merda é minha, o chão é meu, o tombo e o choro são somente meus. Não me estenda o braço, não me dê a mão. Eu sei me levantar. E é isso que estou fazendo agora: levantando. Eu te ajudo a levantar (se você merecer), mas não se atreva a tentar me acudir quando não estou pedindo. É um ultraje o quanto o ser humano se sujeita a outro ser, só por estar fragilizado ou mesmo confuso. Caramba, somos seres perfeitos em nossas imperfeições. De todos os seres vivos da face da Terra, os que mais necessitam de ajuda o tempo todo, somos nós. Eu digo a mim e aos que se arriscaram a me ler até aqui: sejam independentes! Se virem! Aceitem as chibatadas da vida e, depois de esmurrar o carrasco, continuem em frente.
Muitos me condenam porque eu cuido dos bichos que peguei das ruas. Tem uns que até chegam a me perguntar por que é que eu não ajudo uma criança. Eu respondo: é porque, seu filho da puta, eu ajudo quem eu mais gosto e quem eu mais acho que precisa. E se você fosse alguém que fizesse algo além de falar, VOCÊ, seu corno desalojado, ajudaria essa criança! Vai falar para sua mãe ajudar alguém, quem sabe assim ela consegue ter a felicidade de ter criado alguém direito, alguém com honra e com educação. A minha mãe me criou direito. Eu aprendi tudo o que ela me ensinou e ainda aprendo. O que me faltou dela, aprendi com meu pai; e todo o resto eu aprendi me ferrando de um jeito ou de outro. E continuo a aprender. E pretendo continuar fazendo isso. Então, verme, antes de falar sobre o que eu faço (você se prende a esses bichos, você tem bichos demais, assim você não pode ter uma vida decente, nem pode viajar, não pode fazer nada, se diminuísse esses animais teria menos gastos, por que você não dá esses bichos pra alguém? Por que não solta na rua?) lembre-se que: primeiro, você vai até lá, e faz algo por alguém ou alguma coisa (que precise). E que essa coisa seja o maior dos sacrifícios da sua vida. Depois, você pode 'aconselhar' alguém. E o próximo que 'sugerir' para eu por os meus bichos – que, detalhe: EU cuido – na rua ou 'dar' para alguém, lembre-se e lembre-se bem: sua mãe podia ter feito o mesmo com você e no entanto ELA decidiu que cuidar dessa merda, que ela chamou de filho(a), era o maior sacrifício que ela poderia fazer por alguém tão desprezível. Que vontade me dá de atravessar alguém quando ouço esse tipo de frase.
Voltamos a estaca zero: cuidar da própria vida é bom? Não!, é obrigatório!!! Ser o mais autossuficiente possível é importante? Nossa, se é! Fazer bosta e se foder faz parte do passeio? Claro!, por que não? O que acontece comigo e quem é o responsável por isso é alguém além de mim mesmo? Numa palavra: não!!!
Explicado tudo o que eu penso sobre cada um que pensa algo sobre mim, volto à parte boa de se estar feliz, renovado, libertado e objetivado. Trata-se de saber dar o melhor de si a alguém. E isso não é apenas minha promessa, é também uma constatação. Não exijo ser recompensado. Esse agora é o meu estado. O que eu puder fazer, oferecer, construir e batalhar, eu irei arranjar. Salvo a amizade, aquela eterna que combinamos, todo o resto deve ser conquistado. Não medirei esforços. Eu não me e lhe decepcionarei. Não faço só por você, faço primeiramente por mim mesmo.
Julgue-me como quiserem, tenho agora um novo ponto de vista acerca das coisas. Não me importo mais com o que quer pensar de mim e, se antes eu já me importava pouco, agora não me importo nada. Eu sou esse aqui e não aquele que você pensa que eu sou. Não, você não é melhor do que eu e estou cagando e andando para suas futilidades. Isso não é direcionado a ninguém em específico e, ao mesmo tempo, a todos vocês, um por um. É a libertação da minha própria prisão. A minha libertação. Cansei de procurar alguém para ser. Para parecer. Nunca parei para pensar que eu já sou tudo isso. Não quero a opinião de mais ninguém. Principalmente a sua.
O que eu escrevo aqui no blog é para ser lido sim, mas não escrevo para ninguém senão eu mesmo. Escrevo também para agradar aqueles que estimo, aqueles que respeito. Esses, eu faço questão de dizer: tal texto é para você. Os demais, quer gostem, quer não, não dou a mínima. Não ouse dar pitaco no que não lhe pertence. Se não gosta do que eu escrevo, é simples: suma daqui. Eu construí o meu espaço e esse espaço é só meu. Só aqueles especialmente selecionados é que são bem vindos. Tenha certeza disso!
Hoje não é um dia qualquer. Muita coisa vai me fazer lembrar desse dia para sempre. Simplesmente porque eu quero. Matei muita coisa em mim para transformar esse instante numa eternidade. Não vou voltar atrás, não vou retroceder. Tenho uma escolha finalmente. Escolhi batalhar para ser eu mesmo. Não me fale de coisas que eu detesto, certamente que irei criticar todas elas. Não pense por mim, não sinta por mim, não ouse, não se atreva. Essa é a minha vida, o meu blog. Tudo o que está escrito aqui é, por mais mentiroso que pareça, verdadeiro para mim. Eu faço essa bagaça existir, e eu manterei essa joça funcionando. Eu trabalho duro, muito duro para fazer aquilo que, a maioria dos que reclamam, nunca fizeram na vida. Eu trabalho arduamente segundo a segundo para construir isso aqui: a minha vida! Não é da sua vida certa que estamos falando. Estou falando das minhas incertezas. Esqueça que você existe para mim por um segundo e se pergunte: quem tem que se importar com você mesmo? Resposta: ninguém além de você. E aqui não é diferente. Quem manda nessa porra sou eu.
Se a minha vida é fodida. Se eu como o pão que o diabo amassou. Se eu estou em dívida. Se estou amargurado ou feliz. Se erro ou se acerto. Se me desculpo ou se lhe mando a merda. Se tudo isso acontecer ou se nada disso for verdade. Isso tudo é meu. Nada aqui é de alguém além de mim. Cuidar daquilo que é seu, é uma regra outorgada por mim, aqui, nesse espaço. Repito: caiam fora se não estiverem de acordo. Se achou agressivo tudo o que eu disse, eu quero mais é que você 'se exploda'. Lamento a todos aqueles que realmente me estimam, nada disso é para vocês, exceto, é claro, se estiverem contra! Você tem o direito de pensar o que quiser de mim, mas presta atenção: guarde a merda desse pensamento para a única pessoa que quer saber dele; você mesmo. Não ligo, não importo. Eu faço acontecer, quando eu quero e do jeito que eu quero. Pode ser que você pense que isso ou aquilo é melhor para minha vida, mas não quer dizer que isso seja uma verdade. Eu abandono, nesse exato momento, o que quer que eu tenha pensado – ou falado – de melhor para a vida de alguém. Quem sabe de você mesmo é você. Não tenho opiniões sobre a sua pessoa e, se as tive, abdico imediatamente. “Cada um por si e Deus contra todos”, nunca essa frase me valeu tanto. E qualquer dúvida sobre o que eu escrevi, lembre-se: atocha a dúvida no seu...
“Absurdo, absurdo, absurdo!!!” Não, não é absurdo nenhum. Só estou tirando o peso das costas de cada um que já pensou o que seria bom ou não para mim. Só estou cancelando o direito de algum filho da puta de vir aqui, ao MEU lugar, e falar que estou sendo isso ou aquilo. Que deveria fazer isso ou aquilo. Não! Chega! Eu vou trabalhar naquilo que eu gostou. Vou limpar o rastro de bosta que deixei para trás. Consertar o que acho necessário e picar o pé na bunda do que eu não me importo. Quer aconselhar alguma profissão para mim? Quer me dar a sua opinião sobre se devo ou não seguir em minha carreira? Se devo ou não buscar o meu sonho? Se é imaginação demais fazer o que estou fazendo ou querendo? Se é assim ou não que eu deveria fazer? Diga tudo, tudo isso, para alguém que ainda esteja disposto a lhe ouvir, a se influenciado. Não perca mais seu precioso tempo comigo. Vou lembrá-lo: eu sou eu, e não você. Se toca!
Escrevo o que penso e o que quero. Vivo de música e viverei do que escrevo. Me afundo na bosta, me ralo no chão, caio, tropeço, reclamo, choro, desisto, me deprimo. Mas EU faço isso, não você. Ninguém está aqui comigo. A merda é minha, o chão é meu, o tombo e o choro são somente meus. Não me estenda o braço, não me dê a mão. Eu sei me levantar. E é isso que estou fazendo agora: levantando. Eu te ajudo a levantar (se você merecer), mas não se atreva a tentar me acudir quando não estou pedindo. É um ultraje o quanto o ser humano se sujeita a outro ser, só por estar fragilizado ou mesmo confuso. Caramba, somos seres perfeitos em nossas imperfeições. De todos os seres vivos da face da Terra, os que mais necessitam de ajuda o tempo todo, somos nós. Eu digo a mim e aos que se arriscaram a me ler até aqui: sejam independentes! Se virem! Aceitem as chibatadas da vida e, depois de esmurrar o carrasco, continuem em frente.
Muitos me condenam porque eu cuido dos bichos que peguei das ruas. Tem uns que até chegam a me perguntar por que é que eu não ajudo uma criança. Eu respondo: é porque, seu filho da puta, eu ajudo quem eu mais gosto e quem eu mais acho que precisa. E se você fosse alguém que fizesse algo além de falar, VOCÊ, seu corno desalojado, ajudaria essa criança! Vai falar para sua mãe ajudar alguém, quem sabe assim ela consegue ter a felicidade de ter criado alguém direito, alguém com honra e com educação. A minha mãe me criou direito. Eu aprendi tudo o que ela me ensinou e ainda aprendo. O que me faltou dela, aprendi com meu pai; e todo o resto eu aprendi me ferrando de um jeito ou de outro. E continuo a aprender. E pretendo continuar fazendo isso. Então, verme, antes de falar sobre o que eu faço (você se prende a esses bichos, você tem bichos demais, assim você não pode ter uma vida decente, nem pode viajar, não pode fazer nada, se diminuísse esses animais teria menos gastos, por que você não dá esses bichos pra alguém? Por que não solta na rua?) lembre-se que: primeiro, você vai até lá, e faz algo por alguém ou alguma coisa (que precise). E que essa coisa seja o maior dos sacrifícios da sua vida. Depois, você pode 'aconselhar' alguém. E o próximo que 'sugerir' para eu por os meus bichos – que, detalhe: EU cuido – na rua ou 'dar' para alguém, lembre-se e lembre-se bem: sua mãe podia ter feito o mesmo com você e no entanto ELA decidiu que cuidar dessa merda, que ela chamou de filho(a), era o maior sacrifício que ela poderia fazer por alguém tão desprezível. Que vontade me dá de atravessar alguém quando ouço esse tipo de frase.
Voltamos a estaca zero: cuidar da própria vida é bom? Não!, é obrigatório!!! Ser o mais autossuficiente possível é importante? Nossa, se é! Fazer bosta e se foder faz parte do passeio? Claro!, por que não? O que acontece comigo e quem é o responsável por isso é alguém além de mim mesmo? Numa palavra: não!!!
Explicado tudo o que eu penso sobre cada um que pensa algo sobre mim, volto à parte boa de se estar feliz, renovado, libertado e objetivado. Trata-se de saber dar o melhor de si a alguém. E isso não é apenas minha promessa, é também uma constatação. Não exijo ser recompensado. Esse agora é o meu estado. O que eu puder fazer, oferecer, construir e batalhar, eu irei arranjar. Salvo a amizade, aquela eterna que combinamos, todo o resto deve ser conquistado. Não medirei esforços. Eu não me e lhe decepcionarei. Não faço só por você, faço primeiramente por mim mesmo.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Sina
Sabem, estive pensando. Um dia que deixo de escrever para meu diário ou mesmo para o Sophia, faz com que um pedaço de mim deixe de existir. É claro que não consigo expressar exatamente tudo o que sinto no que escrevo, mas muito coisa acaba sendo registrada. E isso eu acho importante pra mim. E escrevendo tanto assim eu percebi que uma coisa não aconteceu. Achei que minha mente se esvaziaria e eu teria pensamentos mais tranquilos, mas foi justamente o contrário. Agora até caminhar, tomar um chá e olhar ao meu redor está se tornando um texto. Sempre pensei que poderia escrever de tudo, qualquer coisa. Nunca quis exatamente um foco, uma única direção, como disse a Jô. Sempre me considerei um cara que “tende ao infinito” (como sempre diz a K). Não gosto de pensar na hipótese de limitar alguma coisa em minha vida. Mais do que ela já é limitada por si só. Caramba, como me dói o cérebro quando eu penso no tanto que preciso escrever. E agora que tudo está fluindo, ainda tenho mais necessidade de continuar. As vezes isso me mata, tem horas que eu quero escrever e não posso, porque estou na rua ou coisa assim, e começa a me dar uma aflição de querer chegar em casa e fazer aquilo. E as vezes acontece o contrário também; chego, começo a escrever e dali a um instante paro sem conseguir terminar. Perco o foco por alguma coisa. Mas como sou muito agitado, resolvo fazer alguma outra coisa, sei lá, vou na cozinha, no banheiro, lá fora com os cachorros e, quando volto, as palavras começam a escorrer dos meus dedos. O pior é quando me sinto insatisfeito com o quanto já escrevi, tipo, quando terminei um texto ou dois, mas ainda tinha que escrever algo a mais, aquilo me frustra muito. E eu vou tentando e me esgotando... quero só ver quando voltar a facul o que é que eu vou arrumar para conseguir conciliar tudo isso...
Sina, bonita palavra... eu vou usá-la daqui pra frente pra designar o ato de escrever. Vou dizer assim: não dá para fugir, é minha sina!
Sina, bonita palavra... eu vou usá-la daqui pra frente pra designar o ato de escrever. Vou dizer assim: não dá para fugir, é minha sina!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Puta dor!
Colhendo os frutos que plantei...
Fama, dinheiro, mulheres? Não! Uma puta dor no braço! Por mais que eu não tente, eu sempre acabo me fudendo. Até eu acho engraçado, mas só quando não dói. Além de ter que ficar suportando essa merda de PC dando pau o tempo todo, ainda tenho que me suportar dando pau. Como eu amo minha vida! Hahaha
Fico imaginando como seria a vida sem desafios... chata, sem graça, ameaçadoramente tediosa??? Não! Pra mim seria perfeita!!! Tá, zoações à parte, eu também não aguentaria que tudo fosse perfeito, mas bem que um pouquinho podia ser, né? Tipo, ter carro, casa própria, um computador que nunca me ferrasse e um braço de ciborgue!!!
Pode ser que meu destino seja esse; viver sem braços! Pode ser que do dia pra noite tudo se resolva e eu acorde milionário e com um braço hiper veloz. Pode ser que eu não tenha escolha, que eu tenha que simplesmente continuar escrevendo, tocando e rezando para meu braço melhorar. Eu estou fazendo minha parte, corrigindo minha postura, fazendo alongamentos e pausas entre as produções. Mas não custa nada O Cara dar uma força. Tipo, Ele podia estar nos Seus afazeres e pensar: (voz de trovão) “O PEDRO JÁ SE FUDEU DEMAIS NESSA VIDA! ARCANJOS! ATENDAM OS PEDIDOS DELE DE AGORA EM DIANTE!!!” Eu humildemente diria: “Valeu Deus, Tu é fera pra caralho!”
Enquanto os deuses não me ouvem, vou seguindo à moda Conan: “que Cron me ajude, mas se não me ajudar, quem precisa dele? Eu ainda tenho a minha espada!” Não me restando opções, o jeito é continuar seguindo!
Fama, dinheiro, mulheres? Não! Uma puta dor no braço! Por mais que eu não tente, eu sempre acabo me fudendo. Até eu acho engraçado, mas só quando não dói. Além de ter que ficar suportando essa merda de PC dando pau o tempo todo, ainda tenho que me suportar dando pau. Como eu amo minha vida! Hahaha
Fico imaginando como seria a vida sem desafios... chata, sem graça, ameaçadoramente tediosa??? Não! Pra mim seria perfeita!!! Tá, zoações à parte, eu também não aguentaria que tudo fosse perfeito, mas bem que um pouquinho podia ser, né? Tipo, ter carro, casa própria, um computador que nunca me ferrasse e um braço de ciborgue!!!
Pode ser que meu destino seja esse; viver sem braços! Pode ser que do dia pra noite tudo se resolva e eu acorde milionário e com um braço hiper veloz. Pode ser que eu não tenha escolha, que eu tenha que simplesmente continuar escrevendo, tocando e rezando para meu braço melhorar. Eu estou fazendo minha parte, corrigindo minha postura, fazendo alongamentos e pausas entre as produções. Mas não custa nada O Cara dar uma força. Tipo, Ele podia estar nos Seus afazeres e pensar: (voz de trovão) “O PEDRO JÁ SE FUDEU DEMAIS NESSA VIDA! ARCANJOS! ATENDAM OS PEDIDOS DELE DE AGORA EM DIANTE!!!” Eu humildemente diria: “Valeu Deus, Tu é fera pra caralho!”
Enquanto os deuses não me ouvem, vou seguindo à moda Conan: “que Cron me ajude, mas se não me ajudar, quem precisa dele? Eu ainda tenho a minha espada!” Não me restando opções, o jeito é continuar seguindo!
Poder e invisibilidade
Antes de criar qualquer coisa, devo explicar como foi produzido o meu último conto, o do poder. Eu estava tentando digitar um texto para o diário e tudo começou a dar pau aqui no PC, como sempre acontecia antes do Tomás instalar o Ubuntu. Mas começou de novo e eu pensei na maldição que eu carrego. Essa de tudo o que eu toco se estragar. E é muito parecido com o que acontece comigo. Inclusive a parte do que tinha dentro da geladeira é quase que exatamente o que tenho aqui na minha. Comecei escrevendo como uma reclamação, mas percebi que eu podia aumentar uma coisa aqui e ali, então virou um conto. E nunca consegui entender o que é que diabos eu faço, que tudo que é aparelho daqui de casa vai pro saco. Fico puto, mas tenho que continuar escrevendo. E se essa merda quebrar, eu escrevo tudo a mão e depois vou numa Lan house postar. Um dia ainda terei um PC que não me faça chorar de ódio.
Enquanto conversava com minha diabinha preferida, escrevi mais uma poesia, se é que posso chamar meus versos de poesia. Ela fala do que não entendemos e do quanto deixamos de intender quando desistimos. K compreendeu da forma pretendida. E melhor, ainda me deixou mais feliz. O mais legal e que eu quase consegui... é consegui fazer, foi deixar o texto quase oculto, para que só lessem aqueles que procuram. Usei a fonte branca, mas no fundo do meu blog, ficou ainda visível. Mas para ler, terão que marcar o texto com o mouse.
No mais tenho muitas, mas muitas ideias para textos e versos e, ainda bem, estou anotando algumas dicas em tópicos para que eu não esqueça nada. A minha vida está ficando divertidamente trabalhosa. Chego a pensar se estou trabalhando de verdade quando estou escrevendo. Não posso desapontar minha anjinha (capetinha) preferida. Outra coisa é que muitas pessoas dizem estar lendo constantemente meu blog, na sua grande maioria, mulheres. Será que estou virando um escritor feminino? Os caras ficam reclamando que eu não escrevo mais no meu blog secreto, e me atormentam perguntando quando irei escrever. Já disse, não estou escrevendo porque não estou comendo ninguém. Entenderam?! Agora está na hora do meu chá com bolachas. (muito gay) Complemento essencial para assistir a mais um episódio de Glee! (me superei!) Reclamem com a Lanna, ela falou tanto na minha cabeça dessa galerinha cantando que eu acabei assistindo!
Enquanto conversava com minha diabinha preferida, escrevi mais uma poesia, se é que posso chamar meus versos de poesia. Ela fala do que não entendemos e do quanto deixamos de intender quando desistimos. K compreendeu da forma pretendida. E melhor, ainda me deixou mais feliz. O mais legal e que eu quase consegui... é consegui fazer, foi deixar o texto quase oculto, para que só lessem aqueles que procuram. Usei a fonte branca, mas no fundo do meu blog, ficou ainda visível. Mas para ler, terão que marcar o texto com o mouse.
No mais tenho muitas, mas muitas ideias para textos e versos e, ainda bem, estou anotando algumas dicas em tópicos para que eu não esqueça nada. A minha vida está ficando divertidamente trabalhosa. Chego a pensar se estou trabalhando de verdade quando estou escrevendo. Não posso desapontar minha anjinha (capetinha) preferida. Outra coisa é que muitas pessoas dizem estar lendo constantemente meu blog, na sua grande maioria, mulheres. Será que estou virando um escritor feminino? Os caras ficam reclamando que eu não escrevo mais no meu blog secreto, e me atormentam perguntando quando irei escrever. Já disse, não estou escrevendo porque não estou comendo ninguém. Entenderam?! Agora está na hora do meu chá com bolachas. (muito gay) Complemento essencial para assistir a mais um episódio de Glee! (me superei!) Reclamem com a Lanna, ela falou tanto na minha cabeça dessa galerinha cantando que eu acabei assistindo!
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Quero porque quero
Quantas horas passei aqui, sentado, quase sem me mover, esperando? Ainda bem que eu estou produtivo, e mesmo estando com fome, ansioso, apático, morrendo de dor nas costas e triste, eu continuei escrevendo. Com esse, será o terceiro da noite.
Quase três e meia da madrugada e ela sequer voltou. (é, você mesma) Quanto tempo eu passo pensando e tentando ser feliz? Mas sempre busco das formas mais idiotas. Fico tentando encontrar o que ainda não vejo em mim. Ficar aqui sozinho, contra a minha vontade, escrevendo, está me proporcionando novas experiências. Mas nada me basta. Queria por que queria algo e, esse algo está cada dia mais distante. Será ela? E nessa dúvida fico empenhando-me em algo que até se torna desagradável para ela, e também para mim. Fico tentando ter calma e paciência, mas ser assim, na verdade, estar assim, dificulta tudo. Acho que eu fico querendo tornar um desejo real. E não poupo esforços para tal. Mas, como me disseram um dia: “como é que você pode saber se está ou não criando uma situação?” e depois de muito tempo pensando nisso, acho que a resposta é ficando isolado até ser encontrado. Ser procurado e não procurar.
Enquanto isso, continuarei a escrever e tentar algo que talvez traga-me benefícios. A minha tristeza é pensar que, depois que a magia acontecer, como é que eu vou saber quem estará vindo por mim ou quem estará vindo pelo que me tornei? Olha no que eu já estou pensando... sem noção. Vou aproveitar que eu sei que me lê e dizer: “não desiste de mim não. Eu sei que de alguma forma, eu valho a pena.”
Estou exausto, depois explico sobre o conto de hoje, baseado na desgraça que me atormenta: a bosta das máquinas que continuam a conspirar contra mim. Fui... (ah, foi muito páia sair assim)
Quase três e meia da madrugada e ela sequer voltou. (é, você mesma) Quanto tempo eu passo pensando e tentando ser feliz? Mas sempre busco das formas mais idiotas. Fico tentando encontrar o que ainda não vejo em mim. Ficar aqui sozinho, contra a minha vontade, escrevendo, está me proporcionando novas experiências. Mas nada me basta. Queria por que queria algo e, esse algo está cada dia mais distante. Será ela? E nessa dúvida fico empenhando-me em algo que até se torna desagradável para ela, e também para mim. Fico tentando ter calma e paciência, mas ser assim, na verdade, estar assim, dificulta tudo. Acho que eu fico querendo tornar um desejo real. E não poupo esforços para tal. Mas, como me disseram um dia: “como é que você pode saber se está ou não criando uma situação?” e depois de muito tempo pensando nisso, acho que a resposta é ficando isolado até ser encontrado. Ser procurado e não procurar.
Enquanto isso, continuarei a escrever e tentar algo que talvez traga-me benefícios. A minha tristeza é pensar que, depois que a magia acontecer, como é que eu vou saber quem estará vindo por mim ou quem estará vindo pelo que me tornei? Olha no que eu já estou pensando... sem noção. Vou aproveitar que eu sei que me lê e dizer: “não desiste de mim não. Eu sei que de alguma forma, eu valho a pena.”
Estou exausto, depois explico sobre o conto de hoje, baseado na desgraça que me atormenta: a bosta das máquinas que continuam a conspirar contra mim. Fui... (ah, foi muito páia sair assim)
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Concerto
Não posso deixar um dia tão magnífico como o de ontem passar em branco. Fui ao concerto da OSMG, convidado pelo meu amigo e ganhador Fernando Brito. Foi a sua premiação como jovem solista e, que solista! Não é puxação de saco nem tietagem, o moleque sabe o que faz. Claro que foi uma apresentação longa, como mais de duas horas, mas valeu cada segundo. Todos os ganhadores foram muito bem e o Fernando, a quem sempre peço para tocar a valsa número 1 Op. 18 do Chopin, apresentou-se com o Op. 22 dessa vez. E como ele foi bem. E que coragem todos eles tiveram de solar coisas magnificamente difíceis em frente a tanta gente.
Pausa para ouvir a minha música preferida do Chopin (que ele toca sempre pra mim) enquanto escrevo (valsa 1)
Falar desse concerto, aqui, não é só para demonstrar o quanto eu gostei do show, mas para expressar minha gratidão ao rapaz Fernando que convidou-me diretamente. E quão bela não foi sua performasse e que talento. Mas o melhor desse amigo é sua capacidade de não se encantar com os louros e manter-se humilde. Bravo! Gritavam frenéticos. Sim, bravo, também digo. Mereces tua glória. E merece o meus cumprimentos por todo seu trabalho, sem ter perdido a cabeça e manifestado seu outro lado: o belo humano que é. Caras assim é que me deixam feliz. Obrigado pela oportunidade única de ter podido compartilhar esse momento com você.
Destaque para o pouco que pude dividir com meus amigos e conhecidos: Jô, minha eterna amiga, inseparável e emotiva (e briguenta); Gabi que já não via há tempos (menina marota de coração lindo, sô); Thiago, meu outro amigo pianista (amigão); Carol, mulher mística e cheia de paz no coração (não esqueça das nossas caminhadas); Máximo e até o porteiro da escola de música estava lá, e que cara bacana.
Ao fim do concerto, saindo ao lado da Jô, vejo um casal de velhinhos, chorando e a mulher dizendo: “nem tudo está perdido! Ainda temos esperanças” Achei bonitinho, mas pensei: “se ela está se referindo a ter jovens tocando música erudita, devo acrescentar que essa não é a única forma de salvação” (não, não estou falando de Jesus). E se fosse tão trágico quanto ela estava dizendo não existiria mais concertos. E pensando nisso tudo, é claro que não devemos esquecer que um concertista é milhões de vezes melhor do que um fã de Restart.
Termino meu texto sobre o feliz dia de sinfonia ouvindo Bach e seu terceiro Concerto de Brandenburgo.
Pausa para ouvir a minha música preferida do Chopin (que ele toca sempre pra mim) enquanto escrevo (valsa 1)
Falar desse concerto, aqui, não é só para demonstrar o quanto eu gostei do show, mas para expressar minha gratidão ao rapaz Fernando que convidou-me diretamente. E quão bela não foi sua performasse e que talento. Mas o melhor desse amigo é sua capacidade de não se encantar com os louros e manter-se humilde. Bravo! Gritavam frenéticos. Sim, bravo, também digo. Mereces tua glória. E merece o meus cumprimentos por todo seu trabalho, sem ter perdido a cabeça e manifestado seu outro lado: o belo humano que é. Caras assim é que me deixam feliz. Obrigado pela oportunidade única de ter podido compartilhar esse momento com você.
Destaque para o pouco que pude dividir com meus amigos e conhecidos: Jô, minha eterna amiga, inseparável e emotiva (e briguenta); Gabi que já não via há tempos (menina marota de coração lindo, sô); Thiago, meu outro amigo pianista (amigão); Carol, mulher mística e cheia de paz no coração (não esqueça das nossas caminhadas); Máximo e até o porteiro da escola de música estava lá, e que cara bacana.
Ao fim do concerto, saindo ao lado da Jô, vejo um casal de velhinhos, chorando e a mulher dizendo: “nem tudo está perdido! Ainda temos esperanças” Achei bonitinho, mas pensei: “se ela está se referindo a ter jovens tocando música erudita, devo acrescentar que essa não é a única forma de salvação” (não, não estou falando de Jesus). E se fosse tão trágico quanto ela estava dizendo não existiria mais concertos. E pensando nisso tudo, é claro que não devemos esquecer que um concertista é milhões de vezes melhor do que um fã de Restart.
Termino meu texto sobre o feliz dia de sinfonia ouvindo Bach e seu terceiro Concerto de Brandenburgo.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Sobre a loba
Pra terminar a madrugada a fora (são 4:05), falo do meu último escrito. O verso sobre a 'Loba', que obviamente foi escrito para a Loba, Gaga. Fiquei meio que... hum... puto! Com o que falou comigo da última vez que nos falamos e acho contra producente tentar mais alguma coisa por lá. Uma coisa ela me valeu, como disse o comentário imediato do recanto (Laura Flor): “Que bom que conseguistes afastar a loba e ficar com o melhor dela. O fato de te fazer poetar...”
Foi mais ou menos assim. Gostei sim, mas estou velho demais para ficar esperando coisas que não querem se desenrolar darem certo. Perdeu o respeito comigo. Sabe, tudo que eu dizia tinha que ser com o maior cuidado para não irritar. Mas o que lhe irritava, também me irritou. Não sou um 'tolerância zero', mas não sou santo nem mártir para ficar vendo e me fudendo. Não me quis, vai ter quem me queira. E se tem uma coisa que eu estou em foco agora – na verdade, duas – é a banda e minha produção literária. O resto é resto. Com exceções àqueles que me tratam bem, é claro. Não tenho ódio nem raiva, se quiser minha amizade, terá; mas se continuar com o pouco caso, de mim não terá procura.
É claro que eu não podia deixar de mandar o verso para ela ler, senão estaria traindo meus ideais de caos! Anarquia e ser conhecido são uma das funções literárias dos meus blogs. E que se extingua o cu doce e impere a criatividade despreocupada. Boa madrugada...
Foi mais ou menos assim. Gostei sim, mas estou velho demais para ficar esperando coisas que não querem se desenrolar darem certo. Perdeu o respeito comigo. Sabe, tudo que eu dizia tinha que ser com o maior cuidado para não irritar. Mas o que lhe irritava, também me irritou. Não sou um 'tolerância zero', mas não sou santo nem mártir para ficar vendo e me fudendo. Não me quis, vai ter quem me queira. E se tem uma coisa que eu estou em foco agora – na verdade, duas – é a banda e minha produção literária. O resto é resto. Com exceções àqueles que me tratam bem, é claro. Não tenho ódio nem raiva, se quiser minha amizade, terá; mas se continuar com o pouco caso, de mim não terá procura.
É claro que eu não podia deixar de mandar o verso para ela ler, senão estaria traindo meus ideais de caos! Anarquia e ser conhecido são uma das funções literárias dos meus blogs. E que se extingua o cu doce e impere a criatividade despreocupada. Boa madrugada...
Verso a verso com você
Conversei com ela a madrugada toda, a minha poetisa. E que coração belo ela tem. Me cativando e isso sempre me faz sentir bem. Ganhei de presente, mais um belo verso de sua autoria. Depois de Bukowski e de mim mesmo, acho que ela é quem mais estou lendo. E não é falsa demagogia. Realmente estou gostando do que ela escreve. E que noite agradável nós tivemos. Nossa boêmia literária foi fantástica. Gosto do seu apreço pelo que faço. Gosto como me trata. Gosto do jeito como tem sentimentos. Há muito por vir. Não deixo de esperar. Sou humano, demasiadamente. Verso a verso eu a leio. Verso a verso eu me encanto. Seus trejeitos de por-me em ar rarefeito. Começo a me tornar suspeito para falar dela. Irei chamá-la de poetisa em meus textos. E não é que vejo muitos deles daqui pra frente?
Dou uma olhadinha para trás e vejo o tanto que hoje eu escrevi. Primeiro um texto para a dama das damas, a primeira. A repercussão dos meus versos para ela foram boas. Com comentários imediatos e mais de trinta e cinco leituras após a postagem (no recanto). É claro que isso me deixa feliz. Depois, e o que quero comentar aqui, escrevi um texto para a poetisa. Na verdade, um texto nosso, sobre nossos escritos. Em forma de verso, que venho adotando pela facilidade de escrita. (por facilidade entenda-se velocidade! rs). Eu fiquei muito perdido ao escrever e se o escrevesse agora, teria mais a dizer. Pelo pouco que a conheço escrevi razoavelmente. Ela me disse ter gostado. E espero que sim, pois foi de coração. Uma amizade nasceu por aqui. E veio de um momento tão curto. Mais uma vez, espero não estar criando um mundo fantasioso. Não posso deixar de agradecer a força e a inspiração. Nunca estive tão produtivo. Valeu!
Dou uma olhadinha para trás e vejo o tanto que hoje eu escrevi. Primeiro um texto para a dama das damas, a primeira. A repercussão dos meus versos para ela foram boas. Com comentários imediatos e mais de trinta e cinco leituras após a postagem (no recanto). É claro que isso me deixa feliz. Depois, e o que quero comentar aqui, escrevi um texto para a poetisa. Na verdade, um texto nosso, sobre nossos escritos. Em forma de verso, que venho adotando pela facilidade de escrita. (por facilidade entenda-se velocidade! rs). Eu fiquei muito perdido ao escrever e se o escrevesse agora, teria mais a dizer. Pelo pouco que a conheço escrevi razoavelmente. Ela me disse ter gostado. E espero que sim, pois foi de coração. Uma amizade nasceu por aqui. E veio de um momento tão curto. Mais uma vez, espero não estar criando um mundo fantasioso. Não posso deixar de agradecer a força e a inspiração. Nunca estive tão produtivo. Valeu!
Sobre ela e o verso
E eu precisava escrever isso para ela. O tanto que passamos juntos e nada escrito em meu blog. Ele mereceu, é claro. E começou quando encontrei com ela hoje. Um daqueles encontros que falamos muito sobre coisa nenhuma. Como os que me conhecem sabem, não temos um relacionamento amoroso. Mas nos amamos muito. Namorei com ela por cinco anos e meio, um tantão assim. E só depois que nos separamos é que vivemos melhor. E agora nossa vida é outra. Compartilhamos sentimentos e trocamos reclamações. Ele me conta dos seus homens e eu das minhas mulheres. Tentamos dar conselhos um para o outro. E o mais bonito de nosso relacionamento agora, é que não mais brigamos. Assistimos seriados juntos. Lemos juntos. E falamos muitas bobagens. Fazemos caretas um para o outro e brincamos como bebês.
Hoje, saímos e lanchamos aqui por perto. E foi muito lindo, como sempre. E pensei no quanto gostaria de lhe escrever algo. E cheguei, terminei meu primeiro texto. E sem mais demora comecei o dela e em alguns minutinho tava pronto. Corrigi e modifiquei e postei. Depois, procurei-a na net e nada dela. Liguei para ela e disse que tinha escrito o poema. Ela disse que estava lendo um livro e pediu para que eu lesse o que escrevi. Eu li. E quando cheguei no final, quase não consegui terminar, fiquei chorando que nem bobo. Mas valeu. Nada como ter uma ex tão presente e tão bacana comigo. Melhor do que estamos nunca estivemos. E quem foi que disse que terminar um namoro é tão ruim assim???
Hoje, saímos e lanchamos aqui por perto. E foi muito lindo, como sempre. E pensei no quanto gostaria de lhe escrever algo. E cheguei, terminei meu primeiro texto. E sem mais demora comecei o dela e em alguns minutinho tava pronto. Corrigi e modifiquei e postei. Depois, procurei-a na net e nada dela. Liguei para ela e disse que tinha escrito o poema. Ela disse que estava lendo um livro e pediu para que eu lesse o que escrevi. Eu li. E quando cheguei no final, quase não consegui terminar, fiquei chorando que nem bobo. Mas valeu. Nada como ter uma ex tão presente e tão bacana comigo. Melhor do que estamos nunca estivemos. E quem foi que disse que terminar um namoro é tão ruim assim???
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Fome de escrita
Cheguei em casa numa fome danada de escrever. Muito por dizer e ao mesmo tempo quase nada. Percebi no quanto gosto de brincar com essas teclas. Meus dedos voando por elas e, muita e muitas das vezes, meu mindinho tentando acertar o backspace. Sofro por não conseguir escrever quando mais quero. E na vontade que estou hoje, provavelmente morreria... que drama, não? Mas é quase um fato. Escrever, mais do que uma obrigação, parece ser agora um momento de libertação. E nada mais terapêutico do que digitar. Acho que acontece uma espécie de massagem na ponta dos dedos e que vai parar no fundo da mente. Como se uma voz dissesse: “transcenda, flutue por sobre as teclas e deixe acontecer. É o que estou fazendo, deixando acontecer. Quantas não foram as promessas no ano que passou sobre escrever mais e mais? Quantos não foram os dias que passei fazendo isso. O ano já começou e continuo fazendo e, com certeza, bem mais do que eu fazia antes. Três blogs e o quarto já está vindo. Manter tanto assunto me parecia difícil, mas o difícil agora está sendo conciliar a vida com o escrever. Estou para ver o dia que viverei só disso. E como torço para esse dia chegar logo.
Olha, se viver sozinho significa estar só diante de teclado para escrever, acho que me darei muito bem vivendo sempre sozinho. É claro que grande parte do que eu escrevo se deve ao fato de estar lá fora vivendo. Mas por que não posso viver só aqui dentro? Tá, quem eu estou querendo enganar. Como conseguiria viver por viver, sem ter com quem dividir algo. Eu divido tudo que sinto aqui, mas ainda faria falta ver e ter alguém. O que posso pensar então é; que eu conseguirei viver bem comigo mesmo. Para tal, só é preciso continuar escrevendo. E o grau de satisfação que um texto me dá (mesmo os ruins e os fraquinhos) é maior do que muitas das boas experiências que eu já tive. E assim seguirei, dia a dia, criando e produzindo...
Olha, se viver sozinho significa estar só diante de teclado para escrever, acho que me darei muito bem vivendo sempre sozinho. É claro que grande parte do que eu escrevo se deve ao fato de estar lá fora vivendo. Mas por que não posso viver só aqui dentro? Tá, quem eu estou querendo enganar. Como conseguiria viver por viver, sem ter com quem dividir algo. Eu divido tudo que sinto aqui, mas ainda faria falta ver e ter alguém. O que posso pensar então é; que eu conseguirei viver bem comigo mesmo. Para tal, só é preciso continuar escrevendo. E o grau de satisfação que um texto me dá (mesmo os ruins e os fraquinhos) é maior do que muitas das boas experiências que eu já tive. E assim seguirei, dia a dia, criando e produzindo...
Bom dia (mas de madrugada)
Então minha noite de ontem foi fantástica. Muito cativante o seu jeito. Doce ela era. Um anjo. Nada melhor do que um carinho respondido. Mais um dia de alegria. As vezes a alegria me engana tão bem que eu começo a acreditar que a felicidade realmente existe!
Dia de ensaio duro, nota após nota, dedos doendo. Cansado, nada dormido. Brigas parecem estar constantes em minha vida. Mas no fim espero que tudo esteja sempre bem. Assim espero.
Enquanto falava com minha mais nova amiga e também poetiza, escrevia um verso sobre uma cena bastante peculiar. Presenciei, essa semana, uma mulher trabalhando com uma enceradeira e não pude deixar de notar seus pés bailando por todo aquele chão bem lustrado. Encantador. Mereceu um verso, simples, mas nostálgico.
Olha, minha amiga poetiza foi muito tímida para deixar que eu postasse um de seus versos no meu blog Sophia, mas um dia, quem sabe. Só sei que gostei muito de seu verso. Tanto que pretendo manter meu contato e lê-la sempre que possível. Combinamos de trocar escritos e acho que isso pode ser muito produtivo. Força aí garota e, boa viagem. Você vai buscar coisas para escrever e eu vou ficar aqui esperando para te ler...
Muito a ser dito e muito a ser escrito. Mas agora é hora de assistir a mais um episódio de Californication e, quem sabe, eu ainda escrevo mais. Só eu sei o quanto essa séria me inspira.
Mais um verso, esse é de Emesene:
Nada por assim dizer
esperar você aqui, no meu lugar
o lugar de esperar o nada chegar
e ver o quanto posso aguentar
aguentar uma resposta que não tardará
a resposta sua que não ouvi
do dia que me fez sorrir
e também me pôs a chorar
no meu lugar
aqui
a digitar
versos que não vão para nenhum lugar
para que você me leia
e serpenteie de coragem
em sua bela roupagem
os dias que demorarão
em questão
para que você veja minha expressão
quando te ler novamente
em momento presente
e por fim se acabe
o que eu dizia
pela sua nova pressão
que insistia que tudo se findasse
e assim
terminei aquilo que nunca comecei
Dia de ensaio duro, nota após nota, dedos doendo. Cansado, nada dormido. Brigas parecem estar constantes em minha vida. Mas no fim espero que tudo esteja sempre bem. Assim espero.
Enquanto falava com minha mais nova amiga e também poetiza, escrevia um verso sobre uma cena bastante peculiar. Presenciei, essa semana, uma mulher trabalhando com uma enceradeira e não pude deixar de notar seus pés bailando por todo aquele chão bem lustrado. Encantador. Mereceu um verso, simples, mas nostálgico.
Olha, minha amiga poetiza foi muito tímida para deixar que eu postasse um de seus versos no meu blog Sophia, mas um dia, quem sabe. Só sei que gostei muito de seu verso. Tanto que pretendo manter meu contato e lê-la sempre que possível. Combinamos de trocar escritos e acho que isso pode ser muito produtivo. Força aí garota e, boa viagem. Você vai buscar coisas para escrever e eu vou ficar aqui esperando para te ler...
Muito a ser dito e muito a ser escrito. Mas agora é hora de assistir a mais um episódio de Californication e, quem sabe, eu ainda escrevo mais. Só eu sei o quanto essa séria me inspira.
Mais um verso, esse é de Emesene:
Nada por assim dizer
esperar você aqui, no meu lugar
o lugar de esperar o nada chegar
e ver o quanto posso aguentar
aguentar uma resposta que não tardará
a resposta sua que não ouvi
do dia que me fez sorrir
e também me pôs a chorar
no meu lugar
aqui
a digitar
versos que não vão para nenhum lugar
para que você me leia
e serpenteie de coragem
em sua bela roupagem
os dias que demorarão
em questão
para que você veja minha expressão
quando te ler novamente
em momento presente
e por fim se acabe
o que eu dizia
pela sua nova pressão
que insistia que tudo se findasse
e assim
terminei aquilo que nunca comecei
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Não renovei o Buk
Rachando aqui na madrugada, puto porque esqueci de renovar a biografia. Desesperando porque não posso chegar lá e devolver o livro e pegá-lo imediatamente. Tão triste, estou desolado. Acho que o jeito vai ter que ser pagar a multa até eu acabar de ler o livro. Egoísta? Posso ser, mas o Buk está bacana de mais. Vou aumentar minha dedicação a ele nesses próximos dias.
Agora tenho minha interrogação de volta, graças ao Woodall, que configurou meu teclado. A única coisa ruim é que eu estou errando os acentos o tempo todo. Mais um período de adaptação. Mas melhor do que antes. E por falar no diabo... não é que o tonto está pensando merda de novo. (é isso mesmo: TONTO) Mas o que ele está fazendo, de um jeito ou de outro, vai acabar mostrando a ele o que deve ou não fazer. Boa sorte, amigo.
E o coração? Vai indo, devagar e sempre. Cansado de não saber pra onde ir. Mas andando. Cansado de tanto esperar, mas esperando. Amanhã a verei, espero que seja ao menos bom. E tenho quase certeza de vai ser. Espero que minha certeza esteja certa! rs
Meus dedos estão doendo muito e ainda não terminei de tirar os solos que preciso para o ensaio de domingo. Amanhã e domingo de manhã, será minha última chance de chegar com tudo acertado. Vou tentar não tocar muito durante as aulas de amanhã para ver se meus dedos se recuperam. No mais, gerais...
Agora tenho minha interrogação de volta, graças ao Woodall, que configurou meu teclado. A única coisa ruim é que eu estou errando os acentos o tempo todo. Mais um período de adaptação. Mas melhor do que antes. E por falar no diabo... não é que o tonto está pensando merda de novo. (é isso mesmo: TONTO) Mas o que ele está fazendo, de um jeito ou de outro, vai acabar mostrando a ele o que deve ou não fazer. Boa sorte, amigo.
E o coração? Vai indo, devagar e sempre. Cansado de não saber pra onde ir. Mas andando. Cansado de tanto esperar, mas esperando. Amanhã a verei, espero que seja ao menos bom. E tenho quase certeza de vai ser. Espero que minha certeza esteja certa! rs
Meus dedos estão doendo muito e ainda não terminei de tirar os solos que preciso para o ensaio de domingo. Amanhã e domingo de manhã, será minha última chance de chegar com tudo acertado. Vou tentar não tocar muito durante as aulas de amanhã para ver se meus dedos se recuperam. No mais, gerais...
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Levando a vida
Ando tão puto, tão sem esperanças... e, ao mesmo tempo tão carente e emotivo. Estava assistindo How I met your mother, o último capítulo da sexta temporada que estava disponível, o número 15, e no final desse capítulo, Ted, se dá bem nos seus afrescalhados trejeitos de dizer que ama alguém. É bonito e eu não estou lá muito feliz com a vida, mas não pude deixar de me emocionar também. E isso até me assusta, pois não sou tão emotivo assim. Nem tão bobo, mas ao que parece, estou querendo estar...
Falei com ela hoje pelo Emesene pela primeira vez. Foi tudo muito legal, muito lindo mesmo. Mas, até onde é tudo imaginação e até onde vai o interesse dela. Não me preocupo com isso. Na verdade, me preocupo sim. Estou tão emocionalmente desestruturado que preenchi minha vontade de esperanças. Tenho muito a falar dela, mas não ainda... quero, meio que, economizá-la, esperando que não sejam apenas coisas da minha cabeça.
Outro dia se foi, passei a noite a conversar com ela. Tirei um solo e duas bases de duas das músicas do próximo ensaio, durante a madrugada. Parei tudo, morrendo de fome, afinal eu só tinha almoçado até então. Comecei a assistir o seriado (vi dois capítulos) e resolvi escrever por conta da sena final, como eu disse antes no início desse relato. Agora, vou terminar por aqui, porque quero ler mais um pouco de biografia do Buk antes de dormir. E sobre meu verso no Sophia, não quero nem lembrar na dor de cabeça que ele me proporcionou. Queria desligar o telefone para não ser incomodado mais uma vez e conseguir dormir o quanto eu preciso, mas tenho que deixar ligado para caso minha mãe precise de mim. Meu pai caiu duas vezes ontem (já é madrugada de agora) e numa das quedas bateu a cabeça e se cortou. Conheço minha mãe e a qualquer hora ela me chama. É isso, boa noite para mim...
Falei com ela hoje pelo Emesene pela primeira vez. Foi tudo muito legal, muito lindo mesmo. Mas, até onde é tudo imaginação e até onde vai o interesse dela. Não me preocupo com isso. Na verdade, me preocupo sim. Estou tão emocionalmente desestruturado que preenchi minha vontade de esperanças. Tenho muito a falar dela, mas não ainda... quero, meio que, economizá-la, esperando que não sejam apenas coisas da minha cabeça.
Outro dia se foi, passei a noite a conversar com ela. Tirei um solo e duas bases de duas das músicas do próximo ensaio, durante a madrugada. Parei tudo, morrendo de fome, afinal eu só tinha almoçado até então. Comecei a assistir o seriado (vi dois capítulos) e resolvi escrever por conta da sena final, como eu disse antes no início desse relato. Agora, vou terminar por aqui, porque quero ler mais um pouco de biografia do Buk antes de dormir. E sobre meu verso no Sophia, não quero nem lembrar na dor de cabeça que ele me proporcionou. Queria desligar o telefone para não ser incomodado mais uma vez e conseguir dormir o quanto eu preciso, mas tenho que deixar ligado para caso minha mãe precise de mim. Meu pai caiu duas vezes ontem (já é madrugada de agora) e numa das quedas bateu a cabeça e se cortou. Conheço minha mãe e a qualquer hora ela me chama. É isso, boa noite para mim...
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Um verso por aqui...
Madrugada a fora lá vou eu de novo. Depois de um dia consideravelmente bom, em relação a toda merda que me cerca, volto a ter minhas tristes, mas agora um pouco mais sensatas madrugadas. Depois de passar o dia com amigos especiais (Tomás, como sempre; Marcela, a fantasma; Mãe Lu, mão da albina e outros tantos amigos), consegui também completar a matrícula nas disciplinas desejadas e necessárias para minha graduação em Letras. Agora terei que ralar muito nesse semestre para poder passar em todas as seis matérias que me inscrevi.
Alguns alunos de volta (não JV, o Ctrl + Alt + W não formaram a interrogação! Se alguém conseguir o milagre de produzir interrogações nesse teclado, que manifeste-se agora ou cale-se para sempre), talvez algumas prováveis melhoras.
Aumentei meu trabalho na banda, tomando para mim os próximos solos das próximas três músicas. Dois muito difíceis e um fácil. Se nada me estragar amanhã, pretendo eliminar essas notas emergencialmente.
Pretendia escrever um verso no meu outro blog, (o oficial) mas decidi que vou reescrevê-lo aqui. Foi um texto curto que escrevi na madrugada anterior, quando fui acordado por algum imbecil, ou melhor dizendo, alguma imbecil que ligou no celular sem identificação. Penso que seja uma mulher, porque não vejo motivos para um cara (exceto que seja gay) fazer isso. Estava custando a dormir, cheio de imagens da biografia que estou lendo na cabeça e não encontrei outra solução senão escrever. Meus rabiscos quase ilegíveis serão transcritos aqui mesmo.
E que maravilha foi ver o final do terceiro capítulo da quarta temporada de Californication, quando Hank Moody encara a máquina de escrever como um 'hominho' e não como uma garotinha. Isso me ajudou a querer escrever agora, as exatamente três da matina. Outra coisa que está me motivando, é ler a biografia do 'velho safado'. Nela eu pude acompanhar o relato de seu editor quando encontrou-o pela primeira vez e, empilhada num canto do quarto onde morava Buk, viu uma produção de textos que alcançava-lhe a cintura. Abismado com tanta folha empilhada, perguntou para o autor quanto tempo ele demorara para escrever todos aqueles contos e poemas. E o mais assustador foi que ele disse: “alguns meses”. Então pensei, pra que pensar e tentar falar se posso escrever? E pensando nisso é que eu, se não desmaiar de sono, pretendo escrever algo mais ainda hoje.
Bom, chega de papo. Aqui vai a transcrição do meu texto/verso da madrugada anterior. A intenção não era deixá-lo bom, nem plagiar Buk e sim ser rápido e nada comedido.
Homenagem ao maldito que me acordou às 01:40 do dia 08/02/2011
Em meio a um transtornado pesadelo,
com a vida de Bukowski pairando entre a realidade e o sonho
lutando contra a minha atividade cerebral,
que sempre está a pino todas as madrugada,
ouvi o telefone tocar ao longe, despertando-me.
Atendi amaldiçoando quem quer que fosse o infeliz que tivera a audácia de me acordar,
sem identificar-se em número, àquelas horas.
Ouvi sons ao fundo, como se quem quer que tenha sido,
estivesse num lugar a conversar com outros.
O telefone ficou mudo e a ligação foi encerrada.
Levantei-me – já no intuito de escrever – para aliviar-me mijando.
Caminhei em estilo 'pagãozinho' (palavra que aprendi com minha mãe, hoje mesmo)
aliviei-me, fui à geladeira, peguei um iogurte e panetone.
Liguei a televisão que, claro não se abriu de imediato (maldita TV)
sentei-me na cama, peguei um caderno e,
enquanto comia e xingava a TV, escrevia isso;
esse monte de porcaria à maneira bukowskiana,
lesado pelo sono, pela fome saciada, pela gripe que
insistia em me entupir e deixar-me ensopado de suor.
Quem quer que tenha me ligado hoje,
declinando minhas chances de acordar amanhã
e ir até a faculdade acertar minha matrícula,
foi imortalizado aqui, nesse pedaço de papel,
para todo o sempre, nos meus escritos.
Espero que ela, (tenho quase certeza de que é uma mulher)
tenha a decência de 'tirar uma por mim' hoje a noite.
Ou que ao menos me ligue um pouco mais cedo e venha transar comigo.
Malditas mulheres viciadas em pau, respeitem o horário peniano
do seu 'escritor' favorito.
Merda...
Alguns alunos de volta (não JV, o Ctrl + Alt + W não formaram a interrogação! Se alguém conseguir o milagre de produzir interrogações nesse teclado, que manifeste-se agora ou cale-se para sempre), talvez algumas prováveis melhoras.
Aumentei meu trabalho na banda, tomando para mim os próximos solos das próximas três músicas. Dois muito difíceis e um fácil. Se nada me estragar amanhã, pretendo eliminar essas notas emergencialmente.
Pretendia escrever um verso no meu outro blog, (o oficial) mas decidi que vou reescrevê-lo aqui. Foi um texto curto que escrevi na madrugada anterior, quando fui acordado por algum imbecil, ou melhor dizendo, alguma imbecil que ligou no celular sem identificação. Penso que seja uma mulher, porque não vejo motivos para um cara (exceto que seja gay) fazer isso. Estava custando a dormir, cheio de imagens da biografia que estou lendo na cabeça e não encontrei outra solução senão escrever. Meus rabiscos quase ilegíveis serão transcritos aqui mesmo.
E que maravilha foi ver o final do terceiro capítulo da quarta temporada de Californication, quando Hank Moody encara a máquina de escrever como um 'hominho' e não como uma garotinha. Isso me ajudou a querer escrever agora, as exatamente três da matina. Outra coisa que está me motivando, é ler a biografia do 'velho safado'. Nela eu pude acompanhar o relato de seu editor quando encontrou-o pela primeira vez e, empilhada num canto do quarto onde morava Buk, viu uma produção de textos que alcançava-lhe a cintura. Abismado com tanta folha empilhada, perguntou para o autor quanto tempo ele demorara para escrever todos aqueles contos e poemas. E o mais assustador foi que ele disse: “alguns meses”. Então pensei, pra que pensar e tentar falar se posso escrever? E pensando nisso é que eu, se não desmaiar de sono, pretendo escrever algo mais ainda hoje.
Bom, chega de papo. Aqui vai a transcrição do meu texto/verso da madrugada anterior. A intenção não era deixá-lo bom, nem plagiar Buk e sim ser rápido e nada comedido.
Homenagem ao maldito que me acordou às 01:40 do dia 08/02/2011
Em meio a um transtornado pesadelo,
com a vida de Bukowski pairando entre a realidade e o sonho
lutando contra a minha atividade cerebral,
que sempre está a pino todas as madrugada,
ouvi o telefone tocar ao longe, despertando-me.
Atendi amaldiçoando quem quer que fosse o infeliz que tivera a audácia de me acordar,
sem identificar-se em número, àquelas horas.
Ouvi sons ao fundo, como se quem quer que tenha sido,
estivesse num lugar a conversar com outros.
O telefone ficou mudo e a ligação foi encerrada.
Levantei-me – já no intuito de escrever – para aliviar-me mijando.
Caminhei em estilo 'pagãozinho' (palavra que aprendi com minha mãe, hoje mesmo)
aliviei-me, fui à geladeira, peguei um iogurte e panetone.
Liguei a televisão que, claro não se abriu de imediato (maldita TV)
sentei-me na cama, peguei um caderno e,
enquanto comia e xingava a TV, escrevia isso;
esse monte de porcaria à maneira bukowskiana,
lesado pelo sono, pela fome saciada, pela gripe que
insistia em me entupir e deixar-me ensopado de suor.
Quem quer que tenha me ligado hoje,
declinando minhas chances de acordar amanhã
e ir até a faculdade acertar minha matrícula,
foi imortalizado aqui, nesse pedaço de papel,
para todo o sempre, nos meus escritos.
Espero que ela, (tenho quase certeza de que é uma mulher)
tenha a decência de 'tirar uma por mim' hoje a noite.
Ou que ao menos me ligue um pouco mais cedo e venha transar comigo.
Malditas mulheres viciadas em pau, respeitem o horário peniano
do seu 'escritor' favorito.
Merda...
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Enquanto escrevo...
Cabeça explodindo, pausa para fazer um chá...
Enquanto a água ferve, eu escrevo. A mãe Joana mandou fazer de hortelã, mas como sou teimoso escolhi o de camomila, como a minha mãe de verdade sempre sugeriu. O dia todo dentro de casa, sem muita coisa para fazer. E ainda ouvi hoje que tenho o dia produtivo. Se assim fosse, seria rico. Desculpe a associação mas pra mim, ter um dia produtivo é voltar com muita grana para casa. Na verdade não é não. Mas está sendo. Agora, vou deixar esse texto diário de lado um pouquinho para poder tentar escrever um conto, baseado nas ideias fracas da minha 'amiga' Gabriela.
Pronto, fiz o chá. Perdi um tempo retirando cadáveres de formigas, que provavelmente estavam no açúcar. Comecei a escrever o conto e o que posso dizer de alguém que mal conheço? E é exatamente assim que eu iniciei esse conto.
Comecei a conversar com ela no Emesene e tudo se avacalhou. Pra falar a verdade, qualquer pessoa que conversa comigo nessas merdas da internet, me enchem. Hoje fiquei sabendo que o Gary Moore morreu. Mais uma merda infeliz pra minha vida. Meu cérebro está sendo destruído pela dor. Estou puto e irritado. Quero socar alguém.
Enquanto a água ferve, eu escrevo. A mãe Joana mandou fazer de hortelã, mas como sou teimoso escolhi o de camomila, como a minha mãe de verdade sempre sugeriu. O dia todo dentro de casa, sem muita coisa para fazer. E ainda ouvi hoje que tenho o dia produtivo. Se assim fosse, seria rico. Desculpe a associação mas pra mim, ter um dia produtivo é voltar com muita grana para casa. Na verdade não é não. Mas está sendo. Agora, vou deixar esse texto diário de lado um pouquinho para poder tentar escrever um conto, baseado nas ideias fracas da minha 'amiga' Gabriela.
Pronto, fiz o chá. Perdi um tempo retirando cadáveres de formigas, que provavelmente estavam no açúcar. Comecei a escrever o conto e o que posso dizer de alguém que mal conheço? E é exatamente assim que eu iniciei esse conto.
Comecei a conversar com ela no Emesene e tudo se avacalhou. Pra falar a verdade, qualquer pessoa que conversa comigo nessas merdas da internet, me enchem. Hoje fiquei sabendo que o Gary Moore morreu. Mais uma merda infeliz pra minha vida. Meu cérebro está sendo destruído pela dor. Estou puto e irritado. Quero socar alguém.
Pensamentos ruins
Eu e meus pensamentos negativos. Mas acho coerente o que pensei. Estou lendo uma biografia do Bukowski há algum tempo. Acompanhando suas dificuldades e suas aventuras. Tudo muito lindo e amaro, mas agora que terminei mais um capítulo é que me dei conta da dificuldade de ser publicado. O cara escrevia desde a adolescência e mandava poemas e contos para todos os lugares do país (USA). E só quando estava com seus mais de quarenta anos é que começou a ser reconhecido. Há inúmeras possibilidades de avaliação acerca desse assunto, mas o que mais me fez prestar atenção foi o fato de eu não ter nem dois anos de intensa produtividade. Tá certo que tem um monte de carinhas que escrevem um livro e da noite para o dia já são publicados. Eu sei que estou sendo pessimista, mas também sei que estou sendo realista. Tenho muito para escrever ainda e muita coisa para ler. Os dias vão passando e parece que minha vida segue como uma ampulheta cheia de areia, mas sempre a esvaziar. Quem sou eu de fato? Isso eu ainda não sei, mas gostaria muito de me conhecer melhor e poder fazer coisas melhores. Não sei para onde vou ou o um dia eu serei. Sei que minhas contas ainda estão vencidas, que meu aluguel já está quase no dia de vencer, que quase não estou tendo alunos, que minha vontade de ser um trabalhador como as outras pessoas só está se esvaindo. Não possuo facilidades financeiras, não tenho conforto nem estabilidade. Meus dias são todos incertos e imprecisos. O que farei hoje até a noite ou amanhã de manhã, é um completo mistério. Meus sonhos se alternam de acordo com minhas necessidades. Mas o certo é que escrever e tocar é uma máxima. Agora, quando serei publicado, lido e reconhecido (o que implica sair da merda financeira) é uma outra estória.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Herói estúpido
Puxa, já me ia esquecendo de contar o que aconteceu comigo antes de eu começar a tocar. E que vem a ser mais importante do que eu já contei. Estava eu vagueando pelo centro com minha amiga Joana (que me xingou horrores), voltando calmamente da loja de instrumentos, quando uma movimentação apareceu de repente entre os transeuntes daquele lugar. Alguém correndo atrás e alguém. Não entendi do que se tratava, e por minha cabeça, milhões de coisas passaram. Num ato de reflexo estendi a perna na frente do garoto que corria em largas passadas de chinelos. O indivíduo estatelou-se na pilastra, desequilibrado e foi a chão. Naquele exato instante, pensando ainda em n coisas, passou por meus pensamentos que talvez tivesse derrubado o cara errado. Embora tivesse ouvido muitos aplausos e vivas quando o mesmo caiu. Não fiz mais nada, mas quando ele se levantou, numa fração de segundos depois, alguém gritou “pega” ou “segura”, não tive discernimento do que deveria ou não fazer e pus-me a correr atrás do meliante. Corremos velozmente por um quarteirão, estava a toda. Mas acompanhava-o de perto. Praticamente grudado. Em um determinado momento ele olhou para trás e lembro te der rosnado para ele, algo como: “seu filho da puta” ou “ eu te mato”. O que importa é que ele continuou em sua carreira. Alguns tentavam derrubá-lo ou agarrá-lo, mas não conseguiram. De repente, eu senti meu fone de ouvido sair voando de dentro da meu bolso e instintivamente eu parei para segurar o cabo. Alguém disse: “você quase o pegou” um outro perguntou “o que ele roubou de você?”. E eu percebi que não tinha uma resposta para aquela pergunta. Não tinha motivos, não sabia por que. Fui respondendo, meio sem graça: “não me roubou nada.” “ele roubou alguém.” e etc. O resultado disso tudo, foi a Joana nervosa e preocupada comigo. Eu não sei por que eu fiz e nem como aconteceu. Tudo foi muito rápido. Mas sei que me senti contente naquele micro instante. Se quis bancar o herói, como disse a Jô, eu não sei. Só sei que fiz por fazer e quando percebi o que estava fazendo, parei.
Interroga-se sem interrogação?
Começando por sexta, o ensaio quase rendeu muito. Tomás veio para cá e novamente os dois 'Tomases' estavam aqui, juntos pela terceira vez. Tomás afilhado se foi por volta da meia noite. Preparei miojo para o Tomás restante. Comemos. Fomos fumar um charuto enquanto o meu Ubuntu estava sendo instalado. Ficamos por muitos minutos falando de pênis (eu sei, é gay) e depois voltamos para assistir ao fim das instalações. É claro que todo bom aparelho eletrônico, deve, por si só, ser um poço de problemas. Como essa não podia ser diferente, aconteceu o pior e ele se sabotou. Lembrando que toda essa instalação foi feita por Woodall e não por mim. Ele começou tudo outra vez e, lá pelas sete horas da manhã, ele se foi. Dormi por apenas quatro horas nesse dia, fui acordado pela Quel e resolvi escrever. Primeiro naveguei bastante e discuti muito no 'Emesene' para depois começar a escrever. Ainda na discussão, descobri que não possuía mais a interrogação. Tentei de tudo para descobrir como fazer isso e por fim acabei desistindo e copiei e colei uma interrogação. Essa aqui ó: ?
Bacana, não?
Bacana, não?
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Dando resultados
Meu texto sobre mensagens prontas, inicialmente era para ter sido escrito aqui, mas achei a oportunidade tão bacana que não pude evitar de mandar para o Sophia. E tudo o que eu posto no meu blog Sophia eu mando também para o recanto e lá o negócio fez sucesso. Até agora, duas e onze da matina, já tiveram mais de trinta leituras e seis comentários. Cinco a favor e um contra. O pior é que sempre quem escreve mais errado é o cara que vai xingar ou reclamar alguma coisa. No caso desse texto, foi um tal de Ricardo, que me chamou de ‘maneh’ duas vezes. Além de ter preguiça de pontuar e acentuar o texto, o viadinho ainda me deu esporro por eu ter falado de literatura e filosofia, dizendo que meu texto é um ‘ataque histérico’. Bom, para não xingar o cara lá, falei mal dele aqui. Mas é claro que, mantendo as minhas tradições, eu deixei o comentário lá. Quanto mais polêmica, melhor. O resto do pessoal entendeu bem a zoação e me apoiou. E os comentários foram muito divertidos, no estilo do texto. Poxa, já ia me esquecendo de dizer que a Latorre, minha amiga, mais conhecida como Raquel, elogiou o texto no meu Orkut, pois não conseguiu postar no meu blog. E como eu vou apagar os scraps que eu respondo e aproveitando para puxar mais o meu saco, decidi copiar e colar o elogio dela aqui, nessa postagem:
Raquel Latorre:
Oi bom dia! não sei pq não lembro minha senha para postar comentário no seu blog. Mtoooo bom o texto sobre mensagens prontas, me identifiquei mto hehhehe, mas acabo deixando elas lá, tem gnt q apela q eu apago, fazer o q hehehe. E belissimo o texto "Como uma canção".E ai como vc ta? Bjsss
Obrigado Quel, me agradando assim, eu até deixo de me sentir triste.
Raquel Latorre:
Oi bom dia! não sei pq não lembro minha senha para postar comentário no seu blog. Mtoooo bom o texto sobre mensagens prontas, me identifiquei mto hehhehe, mas acabo deixando elas lá, tem gnt q apela q eu apago, fazer o q hehehe. E belissimo o texto "Como uma canção".E ai como vc ta? Bjsss
Obrigado Quel, me agradando assim, eu até deixo de me sentir triste.
O que eu ia escrever mas não quero mais
Ia escrever sobre a última sexta-feira, mas com grande parte do que eu ia dizer se passa com a pessoa que me magoou hoje mesmo, vou deixar aqui o registro do que eu já tinha escrito, que ainda bem, não havia chegado na parte negativa. Aqui está:
Problemas na sexta-feira
Última sexta foi divertida e ao mesmo tempo um tanto quanto chata. Primeiro ensaiei a tarde toda com meu afilhado. Almoçamos pizza e tudo ia bem. Depois fomos para a biblioteca pública, onde eu incentivei-o a fazer uma carteira. Ficamos rodando lá dentro, eu mostrando tudo pra ele, esperando que o Tomás chegasse. Ele chegou e ficamos caçando livros para ler. Aproveitei para fazer meu jogo preferido com o Woodall, “Conhece esse aqui?” (quando eu fico perguntando se ele conhece o autor que eu pergunto. Pode ser dividido em três partes: quem escreveu esse livro? Digo o sobrenome e ele diz o nome. Ou pergunto que livro tal autor escreveu! É muito divertido, principalmente quando ele não conhece o autor ou o livro. Raro, mas acontece! rs ) Bom, chegamos na parte de biografias e pedi pra ele escolher um autor para eu ler. E na hora, como bom amigo que é e profundo conhecedor de minha pessoa, me entregou um livro sobre Bukowski. Beleza.
Saímos de lá e ficamos esperando a quarta pessoa chegar para o momento charuto. Dona Layssa. Enquanto não vinha, ficamos a rodar pela Liberdade e lá encontro meu sumido amigo Renan...
Por desânimo absoluto decidi não terminar o que estava escrevendo, mas não cortei nada do que já tinha escrito.
Hoje, tirando a merda toda, foi um dia mais ou menos. Meu querido cão Tothor, me passou um grande susto, mas ao que tudo indica, está tudo bem agora. Coisas boas foram as aulas que eu ministrei. É bom ver meus alunos, principalmente a Lanna, meu xodó. Falei com o Tomás de tarde e marcamos uma formatação nessa joça, vou usar o mesmo sistema operacional que ele. Vai ser bacana nós dois de Umbutu. Coisas de amigos. Amanha tenho que comprar cordas, e ensaiar com meu afilhado. Tem também a visita da Débora, minha amiga, que precisa desabafar. Espero que amanhã seja melhor do hoje. Se bem que agora já é hoje e a madrugada está correndo solta. Meus votos de um melhor dia, Pedro.
Problemas na sexta-feira
Última sexta foi divertida e ao mesmo tempo um tanto quanto chata. Primeiro ensaiei a tarde toda com meu afilhado. Almoçamos pizza e tudo ia bem. Depois fomos para a biblioteca pública, onde eu incentivei-o a fazer uma carteira. Ficamos rodando lá dentro, eu mostrando tudo pra ele, esperando que o Tomás chegasse. Ele chegou e ficamos caçando livros para ler. Aproveitei para fazer meu jogo preferido com o Woodall, “Conhece esse aqui?” (quando eu fico perguntando se ele conhece o autor que eu pergunto. Pode ser dividido em três partes: quem escreveu esse livro? Digo o sobrenome e ele diz o nome. Ou pergunto que livro tal autor escreveu! É muito divertido, principalmente quando ele não conhece o autor ou o livro. Raro, mas acontece! rs ) Bom, chegamos na parte de biografias e pedi pra ele escolher um autor para eu ler. E na hora, como bom amigo que é e profundo conhecedor de minha pessoa, me entregou um livro sobre Bukowski. Beleza.
Saímos de lá e ficamos esperando a quarta pessoa chegar para o momento charuto. Dona Layssa. Enquanto não vinha, ficamos a rodar pela Liberdade e lá encontro meu sumido amigo Renan...
Por desânimo absoluto decidi não terminar o que estava escrevendo, mas não cortei nada do que já tinha escrito.
Hoje, tirando a merda toda, foi um dia mais ou menos. Meu querido cão Tothor, me passou um grande susto, mas ao que tudo indica, está tudo bem agora. Coisas boas foram as aulas que eu ministrei. É bom ver meus alunos, principalmente a Lanna, meu xodó. Falei com o Tomás de tarde e marcamos uma formatação nessa joça, vou usar o mesmo sistema operacional que ele. Vai ser bacana nós dois de Umbutu. Coisas de amigos. Amanha tenho que comprar cordas, e ensaiar com meu afilhado. Tem também a visita da Débora, minha amiga, que precisa desabafar. Espero que amanhã seja melhor do hoje. Se bem que agora já é hoje e a madrugada está correndo solta. Meus votos de um melhor dia, Pedro.
Cheiro de cachorro
Voltei triste para casa, minha noite foi perdida. Gosto dela, mas não sei lidar com seus problemas. Não entendo seu jeito, não sei o que gosta e principalmente, não consigo lhe agradar. No entanto, não estou me sentindo desesperado para escrever – embora a necessidade nunca me abandone. Voltei cedo, não era nem uma da manhã ainda. Estava aqui por perto de casa. Ela quis ir embora quando chamei de covarde as pessoas que se matam. Ela os defendeu dizendo que eram pessoas que sofriam demais e que tinham suas razões. Continuo discordando. Mas foda-se. O que um dia minha opinião valeu? Ela ligou para o amigo, que por um acaso mora perto da minha casa, e se foi para beber com ele. Será que ela gostaria mais de mim se eu bebesse?
Entrei dentro de casa, conferi se os cães estavam bem, fui até a cozinha e peguei no vitrô (não achei essa palavra no dicionário, mas sempre a usei) um resto de charuto (dos mais vagabundos) e fui lá para fora fumar. Meus cães mantiveram distância enquanto fumava. Fiquei tentando fazer anéis de fumaça com aquele resto de charuto forte e velho. O pedaço era pequeno e não demorei mais do que dez minutos para fumá-lo. O efeito ficou, estou aqui escrevendo semi-entorpecido. Uma sensação de relaxamento. Ela lá bebendo e eu aqui fumando. Ao menos me sinto melhor. Sabe, gosto daquela menina e nem sei por que. Mas gosto. Acho que a Stella está com razão: só gosto dela porque ela não se interessa por mim. Perguntei isso pra ela hoje. Ela disse que gosta, mas que é fria e tímida. Prefere só conversar a ter contatos.
O engraçado disso tudo, é que eu sei que não preciso dela. Sei que não quero, mas acredito que pelo fato de ela ser tão complicada pra mim, me faz querê-la ainda mais. Enquanto voltava pra casa, a passos de lesma e refletindo, pensei em não mais procurá-la. E agora escrevendo isso, sinto coragem dentro de mim pra fazer isso. Melhor agora do que ficar me martirizando depois. O que queria na verdade é que ela se importasse comigo, mas tenho a (quase) absoluta certeza que se não falar com ela, não terei mais notícias suas. Que assim seja. Se uma coisa eu aprendi nesses anos todos de vida (e vai tomar no cu agora quem vive me zuando sobre minha idade, ser velho tem suas vantagens) é aceitar uma rejeição. E olha que nem fui realmente rejeitado, só me senti assim.
Pra terminar, vou deixar aqui o registro do que mais me magoou a noite inteira: “seu cabelo tem cheiro de cachorro”. Meu cabelo pode ter até cheiro de merda, mas eu não penso merda. E levando em consideração que eu gosto mais dos animais do que das pessoas, acho que isso é um baita elogio. Detalhe: eu lavei minha cabeça hoje mesmo antes de sair de casa. A Stella, que me encontrou hoje mais cedo e com quem eu falei sobre isso, disse que meus cabelos estavam cheirosos. Vai saber. De qualquer forma, podemos usar a “Gaga” para rastrear drogas em aeroportos, seu olfato se compara ao dos perdigueiros.
Magoado fiquei e magoado estou, mas ainda tenho um consolo: muitas palavras...
Entrei dentro de casa, conferi se os cães estavam bem, fui até a cozinha e peguei no vitrô (não achei essa palavra no dicionário, mas sempre a usei) um resto de charuto (dos mais vagabundos) e fui lá para fora fumar. Meus cães mantiveram distância enquanto fumava. Fiquei tentando fazer anéis de fumaça com aquele resto de charuto forte e velho. O pedaço era pequeno e não demorei mais do que dez minutos para fumá-lo. O efeito ficou, estou aqui escrevendo semi-entorpecido. Uma sensação de relaxamento. Ela lá bebendo e eu aqui fumando. Ao menos me sinto melhor. Sabe, gosto daquela menina e nem sei por que. Mas gosto. Acho que a Stella está com razão: só gosto dela porque ela não se interessa por mim. Perguntei isso pra ela hoje. Ela disse que gosta, mas que é fria e tímida. Prefere só conversar a ter contatos.
O engraçado disso tudo, é que eu sei que não preciso dela. Sei que não quero, mas acredito que pelo fato de ela ser tão complicada pra mim, me faz querê-la ainda mais. Enquanto voltava pra casa, a passos de lesma e refletindo, pensei em não mais procurá-la. E agora escrevendo isso, sinto coragem dentro de mim pra fazer isso. Melhor agora do que ficar me martirizando depois. O que queria na verdade é que ela se importasse comigo, mas tenho a (quase) absoluta certeza que se não falar com ela, não terei mais notícias suas. Que assim seja. Se uma coisa eu aprendi nesses anos todos de vida (e vai tomar no cu agora quem vive me zuando sobre minha idade, ser velho tem suas vantagens) é aceitar uma rejeição. E olha que nem fui realmente rejeitado, só me senti assim.
Pra terminar, vou deixar aqui o registro do que mais me magoou a noite inteira: “seu cabelo tem cheiro de cachorro”. Meu cabelo pode ter até cheiro de merda, mas eu não penso merda. E levando em consideração que eu gosto mais dos animais do que das pessoas, acho que isso é um baita elogio. Detalhe: eu lavei minha cabeça hoje mesmo antes de sair de casa. A Stella, que me encontrou hoje mais cedo e com quem eu falei sobre isso, disse que meus cabelos estavam cheirosos. Vai saber. De qualquer forma, podemos usar a “Gaga” para rastrear drogas em aeroportos, seu olfato se compara ao dos perdigueiros.
Magoado fiquei e magoado estou, mas ainda tenho um consolo: muitas palavras...
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Fragilidade Humana
Já cheguei ficando nu, de acordo com o novo hábito que desenvolvi. Um dia consideravelmente bom. Tirando alguns afazeres que não realizei, o resto está ótimo. Fui dar minhas aulas, mais tranquilo que de costume. Meu querido aluno, que estava de viagem ao exterior, trouxe de presente um monte de palhetas e, pela primeira vez, acertaram exatamente a que eu uso. Obrigado, Guilherme Marinho. Você sabe como puxar o saco... rs, zueira, você é como aluno é um excelente amigo. Foi o melhor presente que eu ganhei esse ano, juro!
Mas o assunto tem que ser específico e eu quero retratar a fragilidade humana. Eu estava no ponto de ônibus, na Savassi, depois de um breve encontro, quase nada pornográfico. E comecei a observar as pessoas. Dentre elas, duas garotas de colégio, acho que do Sto. Antônio. Estavam lá, esperando como eu. Mas eram frágeis e vulneráveis. Uma conversando com a outra, mas era perceptível a insegurança que transmitiam. Nada espertas, com os celulares a vista. Algum tempo passou e, a que eu achava mais ‘fraquinha’, ficou lá sozinha. Passou a ser o meu ‘objeto’ de estudo. A carinha semi-preocupada, meio que perdida em sua constituição noviçal. Não que eu seja grandes coisas, mas tenho mais capacidade de sobrevivência do que ela. Enfim, todos os ônibus passaram e, por exclusão, notei que aguardava o mesmo que eu. Passou mais um tempo e ela retirou o celular e ligou para alguém. Explicou-se com uma voz de garotinha: “é que eu estou aqui no ponto e ônibus não passou até agora” e, mal tinha dito isso, o ônibus chegou. Ela entrou na frente e eu atrás. Pude reparar de perto sua fraca constituição. Quando chegou a hora de descer, uma nova cena se fez, primeiro observei (estava nos bancos altos, perto da saída, e ela ficou perto do trocador, mas do lado do motorista) que trocou de lado, passando para a lateral direita do ônibus. Depois, ficava olhando pelo corredor para ver a direção que o transporte tomava. Em seguida, levantou-se e ficou mais atenta, mas com o típico ar de perdida estampado na face. Puxou a corda do sinal e foi para a saída, logo perto de mim. Prestei mais atenção aos seus traços angelicais e continuei o estudo. Uma outra pessoa, uma senhora, levantou-se e ficou na porta esperando o veículo parar. Ao estagnar-se o transporte, a mulher mais velha desceu e a menina ficou parada a olhar para os lados. Quando o motorista já ia arrancando, ela desceu os degraus, ainda com muita dúvida, e saiu. Se o trocador não tivesse pedido para o motorista esperar, teria fechado a porta na pobre jovenzinha. Ouvi o motorista dizer lá da frente para todos que pudessem ouvi-lo: “Eu, hein?! Essa eu não entendi” Eu completei em voz alta: “acho que está perdida”. O incrível disso tudo, que eu vim a perceber alguns minutos depois, é que eu estava de certa forma, atento por ela. Como se estivesse esperando uma oportunidade de cuidar daquela criança. E tendo esse pensamento, me dei conta de quem sempre ajo dessa maneira. Creio que é instintivo, mas é até elegante. Achei legal da minha parte, mas parecia algo que eu teria por obrigação fazer. Reconhecendo a fragilidade daquela menina eu, mesmo que também frágil, tomei a ocupação de protetor. Taí uma coisa que não havia notado no meu cotidiano.
Mas o assunto tem que ser específico e eu quero retratar a fragilidade humana. Eu estava no ponto de ônibus, na Savassi, depois de um breve encontro, quase nada pornográfico. E comecei a observar as pessoas. Dentre elas, duas garotas de colégio, acho que do Sto. Antônio. Estavam lá, esperando como eu. Mas eram frágeis e vulneráveis. Uma conversando com a outra, mas era perceptível a insegurança que transmitiam. Nada espertas, com os celulares a vista. Algum tempo passou e, a que eu achava mais ‘fraquinha’, ficou lá sozinha. Passou a ser o meu ‘objeto’ de estudo. A carinha semi-preocupada, meio que perdida em sua constituição noviçal. Não que eu seja grandes coisas, mas tenho mais capacidade de sobrevivência do que ela. Enfim, todos os ônibus passaram e, por exclusão, notei que aguardava o mesmo que eu. Passou mais um tempo e ela retirou o celular e ligou para alguém. Explicou-se com uma voz de garotinha: “é que eu estou aqui no ponto e ônibus não passou até agora” e, mal tinha dito isso, o ônibus chegou. Ela entrou na frente e eu atrás. Pude reparar de perto sua fraca constituição. Quando chegou a hora de descer, uma nova cena se fez, primeiro observei (estava nos bancos altos, perto da saída, e ela ficou perto do trocador, mas do lado do motorista) que trocou de lado, passando para a lateral direita do ônibus. Depois, ficava olhando pelo corredor para ver a direção que o transporte tomava. Em seguida, levantou-se e ficou mais atenta, mas com o típico ar de perdida estampado na face. Puxou a corda do sinal e foi para a saída, logo perto de mim. Prestei mais atenção aos seus traços angelicais e continuei o estudo. Uma outra pessoa, uma senhora, levantou-se e ficou na porta esperando o veículo parar. Ao estagnar-se o transporte, a mulher mais velha desceu e a menina ficou parada a olhar para os lados. Quando o motorista já ia arrancando, ela desceu os degraus, ainda com muita dúvida, e saiu. Se o trocador não tivesse pedido para o motorista esperar, teria fechado a porta na pobre jovenzinha. Ouvi o motorista dizer lá da frente para todos que pudessem ouvi-lo: “Eu, hein?! Essa eu não entendi” Eu completei em voz alta: “acho que está perdida”. O incrível disso tudo, que eu vim a perceber alguns minutos depois, é que eu estava de certa forma, atento por ela. Como se estivesse esperando uma oportunidade de cuidar daquela criança. E tendo esse pensamento, me dei conta de quem sempre ajo dessa maneira. Creio que é instintivo, mas é até elegante. Achei legal da minha parte, mas parecia algo que eu teria por obrigação fazer. Reconhecendo a fragilidade daquela menina eu, mesmo que também frágil, tomei a ocupação de protetor. Taí uma coisa que não havia notado no meu cotidiano.
Acertando as contas
Quebra pau, barraco, loucura, e etc. é assim que vejo aquele dia fatídico. Foi na segunda, quando eu estava dando aula. Curtindo meu bom aluno e amigo Rodrigo. Meu telefone toca e para minha desagradável surpresa, uma pessoa (que não merece ser identificada) começa a agredir verbalmente, não com palavrões, mas com cobranças de um relacionamento não existente. Como se tivesse o direito de me pedir, mandar, cobrar, intrometer, exigir alguma coisa de mim. Não, senhorita anônima, você não tem sequer uma parcela desse direito. O pior não é isso. Cansado dessa lengalenga, decidi botar um ponto final àquilo que, furiosamente, eu detesto. Comecei calmamente, pelo telefone, a dizer que bastava daquilo e que não queria mais nenhum contato. É claro que isso virou uma guerra. A rejeição é muito triste e, algumas pessoas, melhores do que outras, conseguem aceitar isso com mais facilidade. Ela não. A coisa foi engrossando e essa senhorita não percebeu em momento algum, o direito que outra pessoa tem de não querer mais ser incomodado por ela. Nervosamente (muito puto), desliguei o telefone e passei a assumir o que pretendia: distância. Como disse, tem pessoa que não sabem lidar com a rejeição e ela começou a me ligar incessantemente. Em casa, no celular, no MSN e qualquer meio que tivesse em mãos. Sabe, fico pensando: onde foi que eu errei. Gostava da pessoa, gostava de falar e até ficava com ela há um tempo atrás. Mas mesmo assim, jamais dei liberdade para que isso acontecesse. Receber uma ligação como se sua mãe tivesse passando um pito é inadmissível pra mim. Agora, ouvir isso milhões de vezes é um inferno na terra. Basta, né? Ela teve a oportunidade de ter minha amizade, mas resolveu jogar merda no ventilador para cobrar de mim o que sequer tinha direito. Agora, faz assim, segue sua religião que eu sigo a minha. Tchau!
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Peladão
Peladão é a nova onda do momento. Ontem que eu comecei com isso. Estava reparando o quanto a cueca ou o short me apertam e me marcam. Fiquei pelado, andei pra lá e pra cá assim, dormi pelado e assim fiquei até a hora de começar a arrumar a casa de tarde. Agora, acabei de chegar da rua e são nove e meia da noite e já estou pelado novamente. Vou transformar isso num hábito. É bom, relaxante, pacífico e natural. E nada melhor do que combater o calor com a nudez. E mais uma coisa: vou parar de escrever a data no título; primeiro que é muito chato, segundo que o blog já posta com data e terceiro e último, eu sempre vou falar se é noite ou madrugada ou manhã no que eu escrever mesmo. Ah, e também vou postar por assunto, pra ficar mais fácil de identificar o que eu quero dizer. Pronto!
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