domingo, 30 de janeiro de 2011

Não está respondendo (madrugada de domingo, 30/01/2011)

Então eu comecei a escrever a esmo, sobre uma antiga ideia. Para falar sobre alguém que um dia eu encontrarei, ou não. E para escrever esse poema, eu fiquei ouvindo músicas que alimentavam minha solidão, todas do Dream Theater, tais como: Forsaken, Wither e Prophets of War; repetidas vezes. Penso em um dia musicar esse poema e transformá-lo em letra de música. E escrevi três páginas insólitas de um poema que expressa o que eu acho que deveria ser uma oportunidade. Uma oportunidade de um dia encontrar o amor. E a dúvida sempre vai ficar em meu coração (até eu ter certeza, é claro). Por enquanto não sei se terei alguém para amar um dia ou não. O chato é que eu me sinto despreocupado mas, de certa forma, infeliz. E aí, eu vou ou não ter um amor eterno? Uma cara metade? (isso é uma pergunta retórica, não é pra ser respondida, viu dona?) Enquanto isso, vou vivendo uma inexistência de amor.

Agora, vou parar abruptamente meus relatos, pois uma coisa está me tirando do sério: uma merda de mensagem do computador para tudo que ele não consegue processar. E inclusive vai ser a porra do título de hoje, em homenagem a toda a tecnologia que continua a conspirar contra mim. Outra hora eu tento terminar por aqui...

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